<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" >
<channel>
<title>EPOSÓDIO CULTURAL </title>
<link>http://episodiocultural.nireblog.com</link>
<description> </description>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:13:08 +0100</pubDate>
<image>
<title>EPOSÓDIO CULTURAL </title>
<url>http://files.nireblog.com/blogs/episodiocultural/gravatar.gif</url>
<link>http://episodiocultural.nireblog.com</link>
</image>
<generator>http://nireblog.com</generator>
	<item>
	<title>AS MISSES DO BRASIL 1922-2007</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/as-misses-do-brasil-1922-2007</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/as-misses-do-brasil-1922-2007</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image421269" alt="AS MISSES DO BRASIL 1922-2007" src="http://files.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/livro-as-misses-do-brasil-1922-2007.jpg" align="right" /><br />
AS MISSES DO BRASI 1922 A 2007.</p>
<p>* Roberto Secio.</p>
<p>Esta obra tem como intuito mostrar o fenômeno que foi o concurso de misses originários desde 1922. O concurso mostra que o Brasil valoriza a beleza da mulher e também a sua cultura e comportamento. A origem do concurso se dá em 1922 com Zezé Leone, a primeira miss, passando por muitas até chegar ao concurso oficial em 1954, no qual foi eleita Marta Rocha. A partir de Marta Rocha, os concursos de miss chegam a ser febre, como uma Copa do Mundo de futebol. </p>
<p>Na década de 1960, com a repressão política no Brasil, os concursos fizeram o povo brasileiro voltar-se para a TV e outros meios de comunicação para esquecerem as turbulências políticas, com as vitórias das misses Yeda Maria Vargas e Marta Vasconcelos.<br />
Já na década de 1970, o glamour continua, e a TV coloca o concurso mais em peso. Em 1980, o SBT compra os direitos da transmissão e até 1989, o concurso continua muito popular. 1990, com a era Collor, o concurso decai, perdendo um pouco do prestígio, mas mantendo a pose. </p>
<p>Nos anos 2000 o concurso volta a ter prestígio popular com a vice-liderança de Natalia Guimarães.<br />
O livro também mostra a ascensão de algumas misses como Vera Fischer, Suzy Rego, Renata Fan, Luize Altehofen e Grazielli Massafera como atrizes ou apresentadoras, tendo grande fama na arte e no entretenimento. E também, mostramos curiosidades do concurso e a listagem das misses campeãs.</p>
<p>Roberto Secio e autor do livro As Misses do Brasil (1922-2007)<br />
Telefone de contato (11) 8139 2790/ (11) 558168800.<br />
e-mail roberto_secio@yahoo.com.br
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/as-misses-do-brasil-1922-2007#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 05:03:25 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>JORNADA DA FÉ 2008</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/jornada-da-fe-2008</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/jornada-da-fe-2008</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image421268" alt="JORNADA DA FÉ 2008" src="http://files.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/guilherme-barbosa.JPG" align="right" />Enfoque Geral</p>
<p>A JORNADA DA FÉ 2008</p>
<p>* José Guilherme Barbosa</p>
<p>Caros Leitores:</p>
<p>A jornada da fé 2008 a qual eu me refiro foi a Jornada Mundial da Juventude realizada em Sidney (Austrália).<br />
Neste grande encontro da juventude cristã ocorrido no mês de junho foram apresentados novos projetos com respeito à sua maneira de professar a fé e os ensinamentos religiosos (regidos no reconhecimento da grandeza de Jesus Cristo). Isto será muito bom para o momento atual, uma vez que as populações que têm sido abaladas pelas incertezas dos acontecimentos, pelo materialismo e pelo consumismo total.<br />
Acredito que todos possam assumir de vez o seu papel na religião, dando sua contribuição constante, quer nos ensinamentos, quer no seu modo de agir. Tudo isto tem uma somatória positiva ao tratar do lado espiritual das camadas da população. </p>
<p>Nossa juventude tem sido muito criticada e incompreendida em certos aspectos, por exemplo: “Por que tantos jovens cometem tantos delitos?”, “Por que não aceitam conselhos?”, “Por que são rebeldes?”, “Por que se apresentam tão aventureiros dando-nos a impressão de serem completamente descompromissados?”. Os desajustes sociais hoje em dia são enormes: famílias desestruturadas, pessoas distanciadas umas das outras; tudo isto poderia ser melhorado se as pessoas fossem mais unidas pela religiosidade. </p>
<p>O Cristianismo precisa crescer, produzir frutos de uma mudança radical de costumes, mas em bases sólidas; suprimir vícios, corrigir ações, criar novos projetos de vida cristã para que as gerações futuras possam lucrar com isto. Teremos por certo uma nova mentalidade a partir da juventude presente naquele evento. O grupo religioso que comandou o encontro pronunciou as mesmas palavras ditas pelos apóstolos de Jesus em Pentecostes: “Recebereis uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós e sereis minhas testemunhas”.<br />
Portanto, a partir desse pronunciamento de graça total, os jovens cheios de espírito santo poderão, de fato, produzir frutos maravilhosos para a reconstrução de um mundo novo, cheio de graças e esperança.</p>
<p>*Despachante e colaborador.
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/jornada-da-fe-2008#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 04:58:55 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A CARTA DE SEVERINO</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/a-carta-de-severino</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/a-carta-de-severino</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image421267" alt="A CARTA DE SEVERINO" src="http://files.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/jagunco2.jpg" align="right" />A Carta de Severino</p>
<p>             Severino é mais um de tantos nordestinos, que deixam o sertão em busca de uma vida mais digna nas grandes cidades. Como os outros, Severino sonhava em construir uma nova vida em São Paulo, onde viveria em uma casinha confortável, com água encanada, onde não precisaria percorrer grandes distâncias para conseguir um pouco de água. Mas quando chega à metrópole, a estória é bem diferente. É o que nos conta Severino na carta a sua mãe Francisquinha:</p>
<p>São Paulo, 07 de outubro de 2007</p>
<p>           Mainha.<br />
           Aqui é Severino teu fio qui tá iscreinhanu pá conta os apertu qui tô passanu im Sãu Paulu. Pá cumeça, assim que cheguei fui robadu! Mainha, levaru minha troxinha di rôpa, só fico a rôpa du corpu. Cumecei a procura serviçu, mais num cunsegui nadinha. Fui andanu pela noiti e vi munta disgracera, era genti robanu genti, um punhadu di rapariga si oferecenu pus cabra da pesti que passava nus carrãu. Uns mininu machu cheranu uma coisa isquisita pá drumi e num sinti fome.<br />
           E falando nela, qui saudadi da tua buchada de bodi mainha! Aqui nem jirimum eis dá de graça. Dispois dum tempu, druminu di baxu da lua, venu us prédiu furanu u céu. Vi munta coisa trapaiada, mainha, a sinhora nun vai aquerditá: a água qui nóis  tantu luta pá cunsigui e temu qui anda um punhadu di hora pá busca, aqui eis joga na rua, lava us carru e us cachorru, e nóis cá seca nu sertãu. Num é di dá dó mainha?<br />
          Será qui ninguém sabi dus apertu qui nóis passa nu sertãu, sem um pingu di chuva, sem água até pá bebê? E eu fiquei sabenu ainda mainha, qui o povu daqui toma um monti de banhu nu dia e tudu demoradu. E agora ovi dizê qui a água vai acaba pur ausa dessa gastança. Mas eu ovi uma música que diz que o sertãu vai virá mar e u mar vai virá sertãu. É purissu qui eu quero voltá pá nossa terra purque a água ta inu praí.<br />
         Mainha, só cunsegui escrevinhá essa carta pur causa duns cabra bão dum lugá qui chama albergui qui mi deru cumida, banhu e qui vai mi ajudá a voltá pá casa.<br />
         A bençãu mainha di teu fio Severino.</p>
<p>         Severino, de fato, conseguiu voltar para o sertão. Decepcionado com a cidade grande, ele passa a dar mais valor à sua terra e a pouca água que eles ainda têm. E passar a lutar por uma vida mais digna junto a seu povo.
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/a-carta-de-severino#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 04:56:46 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A CADA MIL PALAVRAS</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/a-cada-mil-palavras</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/a-cada-mil-palavras</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image421265" alt="Aline (cantora e compositora gospel)" src="http://files.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/aline-cantora-gospel.jpg" align="left" />“A CADA MIL PALAVRAS”</p>
<p>	O Gospel, música evangélica surgida no final do século XIX, no sul dos Estados Unidos era cantado com muito vigor nas Igrejas Batistas e Metodistas, principalmente pelos negros. Essa música deu origem ao Soul e ao Funk criando na década de 70, a trilha sonora do Black Power (Movimento Negro Americano). Com o passar dos anos outros estilos foram aderidos ao Gospel como, o Reggae, Pop, Rap e até o Samba. Essas fusões acabaram atraindo os jovens para as igrejas... </p>
<p>Criada em berço evangélico desde os seis anos, Aline Inácio Martins ouvia e cantava o Gospel acompanhando as fitas cassetes que seu pai comprava. Aos sete anos, ao lado do primo, João Carlos formou sua primeira dupla. Seu pai lhe deu um violão com o qual passou a compor suas próprias canções. A primeira delas, “A Cada Mil Palavras”. As aulas de violão ministradas pela professora Niane e por Isaías ajudaram-na a desenvolver sua técnica. </p>
<p>Certo dia seu amigo Julinho a viu tocando violão na Praça de São Benedito. Disse-lhe que ele e seus amigos estavam formando uma banda, mas faltava um vocalista. Aline fez um teste e foi aprovada de imediato. O nome da banda, La Essence foi escolhido após horas de pesquisa na Internet. No dia 27 de julho de 2007, Aline (vocais), Julinho (guitarra), Alexandre (bateria), Adriano (percussão), Jairinho (baixo) e Beto (teclado) marcaram presença no III Festival Gospel da Igreja Presbiteriana Independente de Machado com a canção “Quero ser usado Senhor”, ficando em 4° lugar. </p>
<p>Atualmente Aline está seguindo carreira solo. Na bagagem muita gratidão a todos aqueles que a ajudaram em seu aprimoramento. “Nessa vida precisamos ouvir conselhos e trilhar por caminhos certos”, disse ela.</p>
<p> Contatos (35) 8425-7679 /Machado-MG
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/a-cada-mil-palavras#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 04:53:19 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>CONSCIÊNCIA NEGRA</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/consciencia-negra</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/consciencia-negra</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image421264" alt="César, Micheli e Oclísia" src="http://files.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/cesar-micheli-e-oclisia.jpg" align="left" />CONSCIÊNCIA NEGRA </p>
<p>   No dia 20 novembro comemorara-se em todo o país o Dia Nacional da Consciência Negra. Um dia dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira e para lembrar sua resistência à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro em 1534. A data foi escolhida pela entidade Movimento Negro (o maior do gênero no país) por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmaresem 1695, um dos heróis que escreveu, com a própria vida, a história do povo brasileiro, na luta por ideais grandiosos, tais como o fim da escravidão, igualdade e justiça social.<br />
     O Quilombo dos Palmares é um dos principais símbolos da resistência negra na época da escravidão, também conhecido por Angola Janga, que significa Angola Pequena. Localizava-se na Serra da Barriga, atual Estado de Alagoas, local de grandes plantações de cana-de-açúcar. Durante cem anos (1595-1695), Palmares constituiu um foco de resistência aos ataques da Coroa, conseguindo também ter uma vida social extremamente organizada, chegando a contar, em 1640, segundo os holandeses, quase dez mil quilombolas. Era de interesse dos grandes latifundiários aniquilar Palmares, para tentar recuperar escravos e para evitar que, tendo Palmares como referência, os escravos tivessem maior motivação para a fuga. Para Zumbi, o mais importante não era viver livre, mas libertar todos os negros ainda escravos...Entidades como o Movimento Negro organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras para evitar o desenvolvimento do autoprecoceito(inferiorizarão perante a sociedade).<br />
     Outros temas debatidos pelo Movimento e que ganham evidência no 20 de novembro são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, modae beleza negra, etc. O dia é celebrado desde a década de 1970 <>, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, a comunidade negra precisava se contentar com o dia 13 de maio (Abolição da Escravatura), comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da princesa Isabel, ou seja, ser uma celebração da atitude de uma branca.<br />
     Nei Lopes, compositor e um dos maiores estudiosos da História do povo negro no Brasil, afirma “A sociedade brasileira põe na nossa cabeça que nós somos inferiores, porque nossos antepassados foram escravos enquanto os donos do poder foram senhores”. Há razões históricas para isso: a Abolição foi feita de qualquer maneira e não teve medidas que a complementasse. A sociedade de então optou claramente por branquear a nação pela imigração européia e jogou os recém libertos, literalmente, no lixo. Em geral, a pessoa é levada desde criança a ter idéias e atitudes preconceituosas, por viverem numa sociedade em que predominam valores racistas. Só através da Educação Fundamental, com uma revisão completa da História, e por meio de ações governamentais é que poderemos prevenir tudo isso”.<br />
     Os Movimentos: Na Guerra entre Brasil e Paraguai, muita escravos que participaram pereceram. Foi nesse período que os ideais abolicionistas incentivaram o surgimento de associações que visavam o fim da escravatura, conseguindo dinheiro para libertar escravos, ou mesmo facilitando as suas fugas. O maestro Carlos Gomes, durante um concerto, conseguiu arrecadar uma boa quantia em dinheiro para a libertação de um escravo... Os ideais de Zumbi que influenciaram os abolicionistas foram as sementes que geminaram várias instituições que lutam por uma sociedade onde o indivíduo não seja discriminado por sua cor ou credo. Uma delas, o Núcleo Cultural de Integração Racial, estabelecido em Machado (MG), inicialmente, era uma parte das comemorações do dia 13 de maio (Abolição) e 20 de novembro (Consciência Negra). A idéia de torná-lo mais evidente às propostas iniciadas pelo antigo Conselho Negro, levaram Micheli Cruz (atual presidente), Paulo César de Souza (Cesinha), Oclísia de Paula Silva e Alice – pessoas engajadas na luta pela igualdade –, a instituir uma nova associação. “O Núcleo veio para integrar a todos (negros, brancos e índios) a um único objetivo: o fim da desigualdade social. Não como um decreto, mas sim, pela consciência humana”, disse César que depois, foi às rádios locais para explicar as metas do Núcleo.<br />
     Ao despedir-se convidou a todas as classes sociais (empresários, intelectuais e gente do povo) a abraçarem a causa. Entre os eventos que o Núcleo vem promovendo estão os Festcoms, que são encontros de entidades (grupos de dança, Rap; poesia & manifestos), e as Missas Afros, realizadas na Igreja de São Benedito, pelo padre José Hamilton. As pessoas participam vestidas a caráter (de turbante e roupas coloridas). Durante a liturgia, elas cantam e dançam ao som do mais antigo ritmo trazido pelos africanos, o batuque. Todavia, em 1988, o Conselho Negro já realizava essas missas sob a direção das Sras. Marcolina, Fátima (ex-presidente da Associação dos Congadeiros), a Prof.ª Maria Zilda (falecida) e Fátima (do Zé Príncipe). Em 2006, com a ajuda do Prof. Toninho Fernandes, o Núcleo pode homenagear um lustre machadense que há anos está engajado nas artes e religião, o Sr. Warner de Paula Lima (do Auto Elétrico Wape).<br />
     Outro detalhe que precisa ser esclarecido é que, o Núcleo, não pede dinheiro à Secretaria de Educação e Cultura, mas sim, matérias que visam à realização de seus projetos: cartolinas, bexigas, papel sulfite, tecido e aparelhagem de som. Muitas vezes o material que sobra é devolvido à Secretaria, ou doado às escolas. O Núcleo agradece o apoio imensurável do Prof. José Vítor e, principalmente, da Associação dos Congadeiros, que durante a antiga gestão de Fátima, quanto na atual, presidida por Arnaldo (o Nadu), nunca deixaram de apoiá-lo. Contatos: Micheli Cruz (35) 3295-6954 (Machado/MG).</p>
<p> “O negro é vivo. Ele tem o poder para mudar” (César)</p>
<p> “Para conseguir uma vaga no comércio de Machado, o negro precisa ter currículo europeu” (Oclísia)</p>
<p>“Nas escolas, desde o Pré, não ensinam as crianças que brancos, negros e índios são todos iguais” (Micheli)</p>
<p>“Gosto de estar na luta. Não há outra forma de lutar se não pelo Direito” (Micheli)</p>
<p>“Povo que não tem educação é povo alienado. E povo alienado dá voto fácil” (Oclísia)</p>
<p>“O importante não é ceder apenas 2% de cotas nas universidades para negros e índios. O importante é melhorar a Educação, capacitando o professor para que brancos, negros e índios tenham uma boa base para ingressar na faculdade” (César)</p>
<p>“O negro tem preconceito de si mesmo”. Essa frase em si reflete o racismo velado de uma sociedade negligente e burguesa”. (Agamenon Troyan)</p>
<p>Fonte: www.mundonegro.com.br <http://www.mundonegro.com.br/><br />
           <http://www.consciencia.br/reportagens/negros>
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/consciencia-negra#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 04:51:43 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>EM DEFESA DA PALAVRA &quot;POETISA'</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/em-defesa-da-palavra-poetisa</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/em-defesa-da-palavra-poetisa</guid>
		<description><![CDATA[<p>EM DEFESA DO USO DA PALAVRA “POETISA”*</p>
<p>Jussara Neves Rezende**</p>
<p>	Há alguns anos publiquei um artigo intitulado “Poeta ou poetisa?”  , no qual defendia o uso do vocábulo “poeta” para designar a mulher que escreve versos. Naquela ocasião, preocupava-me o sentido meio pejorativo que, ao longo dos anos, impregnou a palavra poetisa. Como eram os homens os únicos a terem acesso à educação, as mulheres geralmente não escreviam nada. Sabe-se que as primeiras escolas voltadas à educação feminina preocupavam-se em ensinar prendas domésticas e as únicas leituras que incentivavam eram a da Bíblia, dos livros de culinária e de romances água-com-açúcar – obras bem diferentes dos textos filosóficos, históricos e científicos com que os rapazes se educavam. Assim sendo, como esperar que os textos produzidos por mulheres fugissem do óbvio, do lugar comum, do sentimentalismo? Apresentados nos saraus lítero-músicais de fins do século XIX, acompanhados de torradas e chá, os poemas das primeiras escritoras serviram muitas vezes como motivo de riso aos homens presentes, que passaram a associar o feminino da palavra poeta a essa produção literária de baixa qualidade. Como, então, diante de uma escritora que poetou com enorme fôlego, como Cecília Meireles, por exemplo, empregar a palavra poetisa?<br />
	Percebem? Era esta a dúvida que me moveu a escrever o texto a que acima me referi. Servi-me, na ocasião, do nome de Otto Maria Carpeaux para validar o que eu dizia. Em um artigo de 1964 ele chamara de “burrice” o uso do feminino da palavra poeta, afirmando que os poetas não têm diferença de sexo, pois a diferença existe apenas entre os que sabem ou não sabem fazer versos. “Cecília Meireles”, observou Carpeaux, “não é poetisa. É poeta.”. Pareceu-me, então, que a própria Cecília concordava com o crítico, pois no seu antológico poema, “Motivo”, chega a afirmar: “Não sou alegre, nem sou triste:/ sou poeta”. Estes versos de Cecília se tornaram, portanto, no referido artigo, outro suporte à minha argumentação.<br />
	Passou o tempo, no entanto, e outras leituras e reflexões foram modificando meu modo de pensar e exigindo um novo texto que contestasse o primeiro, o que me traz aqui.<br />
	Não deixei de concordar com Carpeaux quando afirma que “poesia é feita por poetas e por mais ninguém”.  Ao contrário, concordo especialmente com ele quando diz que quem não sabe fazer poesia “não merece o nome de poeta mesmo que tenha escrito cem volumes de versos”. Bravo, Carpeaux! Há muita coisa sendo escrita que não merece o nome de poesia, nem seus autores o de poetas, mas este já é outro assunto.<br />
	Sobre a evolução do meu pensamento entre o artigo anterior e este, devo dizer que não incluiu, também, a recusa à voz que canta nos versos de Cecília e se afirma poeta. Continuo a concordar com ela. Ocorre que percebi que tanto a afirmação de Carpeaux quanto a do poema de Cecília referem-se ao criador de poesia como ser universal, independente do seu sexo. Neste sentido, sim, para universalizar o ser poeta, continuo acreditando no uso da palavra no masculino. No entanto, não posso mais concordar que seja “burrice” o emprego da palavra poetisa, mesmo considerando que com o passar do tempo seu sentido original foi sendo modificado ao incorporar as contribuições dos ambientes nos quais a palavra foi sendo utilizada, mesmo que hoje o vocábulo poeta tenha se tornado um substantivo comum-de-dois-gêneros e possa, sem erro, ser empregado tanto para se referir aos homens quanto às mulheres escritoras de versos.<br />
	Não só na língua portuguesa o termo poeta tem um equivalente feminino. O mesmo se dá em todas as línguas, já a partir do grego. Qual a razão para não empregá-lo? A necessidade de enfatizar a universalidade do ser poeta ou da poesia? Que neste sentido se utilize, então, a palavra poeta. Não posso aceitar, entretanto, que essa necessidade nasça do mito de que é preciso mudar a designação de poetisa para a de poeta como se o simples fato de chamar uma mulher de “poeta” melhorasse os seus poemas, atitude no mínimo “machista”, como afirma Gilberto Mendonça Teles.<br />
	Para dizer da força poética da portuguesa Florbela Espanca e, assim, distanciá-la das outras, as “poetisas da colméia”, Antônio Ferro a promoveu, num ensaio, à categoria de “poetisa-poeta”. Não posso concordar com uma “homenagem” que, para dizer da grandeza poética de uma mulher – cujos versos enfatizam sua condição feminina – precisa empregar uma palavra masculina. Sobre esse episódio e tendo em vista o caráter extremamente feminino da poética de Florbela, Natália Correia afirmou que “a homenagem que distingue o gênio poético feminino com o prêmio de lhe masculinar o estro ultraja uma poesia que quer feminizar o mundo”. Concordo hoje com ela. Parece-me, agora, mais correto afirmar que Cecília Meireles e Florbela Espanca – para citar apenas duas escritoras, já que bem longe vai o tempo em que as<br />
mulheres não escreviam – são duas grandes poetisas de nossa língua.
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/10/15/em-defesa-da-palavra-poetisa#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 04:48:50 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Abraço (uma homenagem à Família Girata)</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/07/31/abraco-uma-homenagem-a-familia-girata</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/07/31/abraco-uma-homenagem-a-familia-girata</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image364730" alt="Abraço (uma homenagem à Família Girata)" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/familia-girata.jpg" align="right" />ABRAÇO</p>
<p>* Fernanda Caroline Gonçalves Vilhena</p>
<p>Já pensou na felicidade<br />
Que é se abraçar?<br />
O abraço é na verdade<br />
Uma maneira de amar.</p>
<p>Abraço, gesto que diz tudo,<br />
Que alimenta a alma e o coração<br />
Abraço, gesto mudo,<br />
Que expressa carinho e perdão.</p>
<p>Eu não vivo sem abraço<br />
Sem ele nada posso fazer<br />
Ele pra mim é força,<br />
Força que me faz viver!</p>
<p>E eu perco as contas<br />
D e quantas vezes por dia,<br />
Abraço as pessoas...<br />
Isso me traz muita alegria!</p>
<p>* Fernanda é estudante de Psicologia e poetisa (natural de Machado-MG). Este poema, extraído do seu segundo livro “Vidas em Versos”, foi escrito quando ela tinha 12 anos. A jovem poetisa, juntamente com a sua mãe, a artista plástica Sônia Gonçalves, foi entrevistada pelo Fanzine Episódio Cultural. A publicação deste poema teve a sua aprovação.
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/07/31/abraco-uma-homenagem-a-familia-girata#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 01:23:42 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>TODOS TÊM A ARTE</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/todos-tem-a-arte</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/todos-tem-a-arte</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321044" alt="TODOS TÊM A ARTE" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/silvia-regina.jpg" align="left" />TODOS TÊM A ARTE</p>
<p>	A palavra arte vem do latim -ars, artisque na etimologia tem um amplo sentido. Artista é todo aquele que através das suas habilidades, transforma o que faz em arte. Em todas as camadas sociais, anônimos ou consagrados. Todo ser humano tem capacidade para desenvolver alguma arte, seja como hobby (passatempo), profissão ou terapia.<br />
	Algumas pessoas acreditam que arte é para os iluminados, como pintores de Belas Artes, escultores impressionantes, escritores de best-seller, atores de cinema, bailarinos clássicos e músicos talentosos. Vamos pensar juntos: Se você tem desenvoltura para fazer uma redação quando o professor solicita, já está criando, escrevendo, talvez aí no seu íntimo more um autor que só precisa descobrir o gênero que mais lhe agrade.<br />
	Quando você vai procurar um emprego e participa de uma brincadeira na dinâmica de grupo, quem surge é o ator. Se como profissão pinta paredes, temos o pintor, que tem como tela as próprias paredes. Se trabalha como carpinteiro transformando madeira em móveis, temos o escultor. Quando você se entrega ao ritmo da música e arrisca alguns passos nas festas em que vai, encontramos o dançarino.<br />
	Quando toca qualquer instrumento de ouvido, ou seja; aquele que nunca freqüentou aulas, mas aprende a tocar, surge aí o músico nato. Viu como todos têm no espírito a arte? Então saia da poltrona e seja feliz. Procure em sua cidade, projetos, Ongs, grupos voltados para arte e cultura, até os maiores problemas tornam-se mais toleráveis e solucionáveis, sabe por quê? Porque o Eu artista, recebe o melhor dos aplausos que é o da alma contente que pulsa dentro de cada um.</p>
<p>Amigos, a arte é para todos. Felicidades e até o próximo número.</p>
<p>A jornalista e escritora Sílvia Regina Santos (São Gonçalo/RJ) escreve neste espaço.<br />
silviaescritora@hotmail.com</p>
<p>Matéria do Fanzine Episódio Cultural<br />
machadocultural@gmail.com
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/todos-tem-a-arte#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 05:15:10 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>UM POUCO DE HISTÓRIA DA ARTE</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/um-pouco-de-historia-da-arte</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/um-pouco-de-historia-da-arte</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321043" alt="UM POUCO DE HISTÓRIA DA ARTE" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/guernica.jpg" align="right" />UM POUCO DE HISTÓRIA DA ARTE</p>
<p>Meu nome é Vitor Hugo Da Col Junior, sou Professor de História formado pela UEMG e Mestre em Educação pela Universidade São Marcos. Atualmente sou Coordenador dos Cursos de História e Serviço Social do CESEP- Machado, além de ministrar aulas nos dois cursos.<br />
Por ser um admirador da Arte e ter defendido minha tese de mestrado sobre a história de um artista ourofinense, fui convidado por meu aluno Carlos Roberto, editor deste Fanzine, para falar um pouco sobre algumas curiosidades da História da Arte e seus significados. Neste primeiro artigo gostaria de tratar do significado e importância da arte para a história da civilização de um modo geral, utilizando uma obra de grande expressão para seu tempo: “Guernica” de Pablo Picasso. Este óleo sobre tela foi pintado em um painel de 3,49 x 7,78 m, em junho de 1937, como forma de protesto pelo ataque nazista à pequena cidade espanhola de Guernica, com pouco mais de 7 mil habitantes.<br />
O ataque foi planejado por Hitler como forma de apoio à ditadura do General Franco na Espanha em 26 de abril de 1937. Por volta das 5 horas da tarde os aviões nazistas da Legião Condor despejaram toneladas de bombas num ataque que durou 2 horas e 45 minutos. Os moradores estonteados e assombrados corriam na direção das montanhas enquanto rajadas de metralhadoras, disparadas pelos caças, faziam os corpos se amontoarem. O ataque tinha a intenção de conter os rebeldes republicanos espanhóis que tentavam derrubar o sistema de ditadura militar imposta pelo General Franco desde 1936, que com o apoio dos aviadores nazistas escolheram a pequena cidadezinha por não possuir sistemas de defesa antiaéreos.<br />
Picasso tentou expor a fragilidade da população frente à violência do ataque nazista utilizando para isso uma técnica conhecida como “Cubismo” que fragmentava as formas e as compunha como cubos, com cores escuras e formas geométricas angulosas, dispostas em um mesmo plano como se estivessem abertas, confrontando o estilo da pintura renascentista com suas perspectivas e dimensões perfeitas.<br />
Guernica não era algo belo de ser visto. Durante sua primeira exposição em Paris o público virava-se de costas frente a tamanho horror. Picasso, para retratar o clima sombrio que envolvia o desastre, utilizou-se da cor negra, do cinza e do branco. O painel encontra-se dominado no alto pela luz de um olho-lâmpada - símbolo da mortífera tecnologia - seguida de duas figuras de animais. No centro um cavalo apavorado, em disparada, representa as forças irracionais da destruição. A esquerda, impassível, um perfil picassiano de um touro imóvel. Talvez seja símbolo da Espanha em guerra civil, impotente perante a destruição que a envolvia. Logo abaixo do touro, encontramos uma mãe com o filho morto no colo. Ela clama aos céus por uma intervenção. Trata-se da moderna Pietáde Picasso.<br />
Uma figura masculina, geometricamente esquartejada, domina as partes inferiores, segurando uma espada quebrada – símbolo da resistência heróica. A direita, uma mulher, com seios expostos e grávida, voltada para a luz, implora pela vida, e outra, incinerada, ergue inutilmente os braços para o vazio, enquanto uma casa arde em chamas e uma cabeça aparece tentando fugir do fogo. Naquele caos a tecnologia aparece esmagando a vida.<br />
Conta-se que, em 1940, com Paris ocupada pelos nazistas, um oficial alemão, diante de uma fotografia reproduzindo o painel, perguntou a Picasso se havia sido ele quem tinha feito aquilo. O pintor, então, teria respondido: "Não, foram vocês!".Podemos perceber que a Arte nem sempre agrada aos olhos, mas diante da imensa estupidez de uma guerra, a Arte talvez esteja lá não somente para satisfazer nossos olhos, mas também para não nos esquecermos do que o ser humano é capaz.</p>
<p>No próximo Episódio Cultural veremos uma obra não tão sombria, mas nem por isso menos polêmica. Até lá.</p>
<p>O Prof. MSC. Vítor Hugo  da Col Júnior (Coordenador de História e Serviço Social) escreve neste espaço.
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/um-pouco-de-historia-da-arte#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 05:12:54 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>VIDAS EM VERSOS</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/vidas-em-versos</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/vidas-em-versos</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321042" alt="VIDAS EM VERSOS" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/sonia-goncalves.JPG" align="left" />VIDAS EM VERSOS</p>
<p>	Foi na fazenda, quando menina que, Sônia Gonçalves, filha de Sérgio Gonçalves e Lúcia de Lima Gonçalves descobriu o caminho da Arte: Carvão e plantas abundantes encontrados no terreno de sua família serviram de matéria-prima para seus desenhos. Aos 15 anos pintou seu primeiro quadro a óleo. Em 1982 expôs seus quadros no Hotel Nacional, em Poços de Caldas. Ausentou-se das artes plásticas por 15 anos para cuidar dos filhos.<br />
	O retorno aconteceu em 2004 quando seus quadros foram expostos na Semana de Ciências Agrárias de Machado, realizada pela F.E.M (Fundação Educacional de Machado). Depois foi a vez da Casa da Cultura receber suas obras. Natural de Poço Fundo, Sônia é muito detalhista em suas obras: uma folha, um rosto; uma gota de água, um gesto... Tudo pode fluir uma sensação de profundidade. Muitas vezes, a tela é o seu meio de descarregar todos os bons e maus momentos. ”Quando estou pintando esqueço dos problemas e me entrego de corpo e alma a essa manifestação cultural.” e conclui: “É como se o artista tirasse da alma e a colocasse para outro ver.”<br />
	Na Casa da Cultura onde ministrou um curso de cerâmica, montou uma exposição com Ednéia, uma de suas alunas. Na Igreja Matriz de Machado encontramos uma “pintura acadêmica” (arte de reproduzir imagens pequenas em quadros) de Cristo. Participou de um curso de Teologia para Leigos em Guaxupé (MG), e atualmente dá aula de Liderança Cristã, na Paróquia São José. Seu próximo passo será pintar a pia batismal.<br />
	Sua filha, Fernanda Caroline G. Vilhena, é uma apaixonada por poesias. Seu primeiro livro “Vidas em Versos” (120pgs / Folha Machadense) foi lançado durante sua festa de 15 anos. Em seu segundo livro, “Homenagens”, Fernanda homenageia a vida, a amizade, a família e os amigos. Diga-se de passagem, que ela não conseguiu nenhum patrocínio para a publicação de seus livros. Fernanda desabafou: “Antes, eu era só uma menina que queria ter um livro. Depois que as pessoas viram o meu trabalho, passaram a encarar–me com mais seriedade“. </p>
<p>E concluiu: “Eu sempre tive sonhos. Acredito que sejam os sonhos e as nossas vontades que nos movem”. Entre seus filmes favoritos estão: Óleo de Lorenzo, Central do Brasil e O mistério das cartas. Atualmente Fernanda está cursando Psicologia em Belo Horizonte com o objetivo de trabalhar exclusivamente com crianças e desenvolver projetos sociais. “Que os jovens não percam sua força e esperança! A gente está aí para melhorar a nossa realidade”, disse entusiasmada.</p>
<p> Contato: Sônia Gonçalves (35) 3295-6088 - Machado-MG/ BRASIL</p>
<p>(ver foto )
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/vidas-em-versos#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 05:10:43 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Theresa Silva</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/theresa-silva</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/theresa-silva</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321041" alt="Theresa Silva" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/teresa-artista-plastica.jpg" align="left" /><strong>Theresa Silva</strong>, mineira de Boa Esperança, artista plástica formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Sua pintura faz dualidade entre o abstrato e o figurativo, transgredindo o comportamento cromático usando uma mistura de cores e matéria com liberdade, definindo assim formas com características próprias.</p>
<p>No artesanato gosta de usar materiais tirados diretamente da natureza como: cabaças, sementes, folhas e pedras confeccionando objetos utilitários, mandalas e enfeites.</p>
<p>Theresa ministra aulas de pintura em tela em seu ateliê e atualmente é presidente da Associação dos Artesãos “Arte da Serra”. A Associação conta com 22 sócios que fazem os mais diversos tipos de trabalhos artesanais que levam nome da cidade para vários lugares de nosso país. </p>
<p>Não deixe de visitar em Boa Esperança o Ateliê. Formato – Espaço de Arte e a Associação “Arte da Serra” com a certeza de que será bem recebido para admirar as belezas de nossa terra Rua Presidente Vargas, nº384, Centro, Boa Esperança – MG.<br />
Telefone: (035) 3851 – 3543.
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/theresa-silva#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 05:08:43 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>AS PRIMEIRAS FILMAGENS NO SUL DE MINAS.	</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/as-primeiras-filmagens-no-sul-de-minas</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/as-primeiras-filmagens-no-sul-de-minas</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321039" alt="AS PRIMEIRAS FILMAGENS NO SUL DE MINAS.&#9;" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/humberto-mauro.jpg" align="right" />AS PRIMEIRAS FILMAGENS NO SUL DE MINAS.					   </p>
<p> Marco Antônio Soares de Oliveira*<br />
	O cinema nacional, apesar das dificuldades e monopólio das empresas americanas, que tomam noventa por cento das salas de projeções no país, vai de vento em popa. Os filmes nacionais estão escalando o "ranking" de bilheterias nas salas de exibição do território. O cinema falado deu um impulso formidável após a década de vinte, com o aparecimento de diversos focos de criação em pontos espalhados da nação brasileira, além de Rio e São Paulo.  De acordo com o notável batalhador pelo nosso cinema, Paulo Emílio Sales Gomes, de inesquecível memória (1916-1977), autor do livro "Cinema: Trajetória no Subdesenvolvimento", da Editora Paz Terra, 1996, relata o papel estimulante de nossa produção cinematográfica a partir de 1923 com filmagens em Campinas, Recife e Belo Horizonte, estendo-se o movimento ao Rio Grande do Sul e diversas cidades mineiras do interior, sendo que numa delas, Pouso Alegre, já em 1921 haviam  sido ensaiadas  fitas de enredo.<br />
	Diz ele que o pioneiro foi Francisco de Almeida Fleming, nascido em Ouro Fino, no ano de 1900: "Pertecendo a uma família de recursos, dona de alguns cinemas na região, bastante cedo Almeida Fleming (pág.52) maneja uma câmara; aos vinte anos realiza seu primeiro filme posado, de curta-metragem”, A Canção do Bandido”, seguindo-se  "In Hoc signo Vincis", fita mística mais longa e ambiciosa, com reconstituições de época."<br />
	Diz o Autor que a presença de Almeida Fleming e do ator Paulo Rosanova  impulsionaram o setor. Já em Guaranésia, o pioneiro foi Américo Masotti - durante sua breve vida - animou um grupo que produziu o filme "Corações em  Suplício.<br />
	Mas a cidade mineira que deu real importância cinematográfica ao Estado, ressalta, foi Cataguases. Os desbravadores foram o artesão italiano Pedro Comello e Humberto Mauro, que iniciam-se  em 1925, munidos de  uma "Pathé-Baby", filmam uma história de cinco minutos, "Valadião, o Cratera." 								Em Alfenas, as primeiras filmagens foram produzidas por Idalécio Esteves (direção), Ivan Esteves(assistente de direção), padre Josef Raam (montagem e música), José Ângelo Aprelini (câmara e fotografia) que realizaram o curta de 8 milímetros, "Escolhi a Morte". O elenco contou com os alfenenses: Glenan Singi, Lincoln Westin da Silveira, Alaor de Carvalho Moura, Wilson Silveira de Oliveira, José Antônio Neves, Roque Victor, Juarez Oliveira, Kurt Wagner e Onofre Moreira. Na década de 60, foi filmado na mesma cidade, do texto do teatrólogo Waldyr de Luna Carneiro, a película O Levante das Saias", cujo tema era a revolta das mulheres em relação aos seus maridos.<br />
	Já em Guaxupé,  na década de 70, foi filmado um western de ação explosiva, "A Última Bala", com Francisco  DiFranco, Pepita Rodrigues, produção e direção de Luigi Picchi, onde também atuou como coadjuvante o guaxupeano José Ácula, antigo proprietário da Churrascaria Bambu.  A fita anos depois começou a deteriorar-se mas foi salva pelo competente fotógrafo Clayton Abrão, que tinha trabalhado antes na Cinemateca de S. Paulo. Em Machado, um dos pioneiros da cinematografia foi o gerente de hotel, Hélio D!Ándreia  que produziu o filme "O Bandido da Serra Abaixo".<br />
:<br />
* jornalista e escritor (Alfenas/MG)
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/as-primeiras-filmagens-no-sul-de-minas#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 05:05:19 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>JORGE BUENO DA SILVA</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/jorge-bueno-da-silva</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/jorge-bueno-da-silva</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321037" alt="JORGE BUENO DA SILVA" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/maria-lucia-psilva-sua-neta-e-jorge-bueno.jpg" align="left" />JORGE BUENO DA SILVA</p>
<p>( LAGO AZUL )</p>
<p>Jorge Bueno da Silva nasceu em 19 de setembro de1948, na zona rural de Machado-MG. A paixão pelo futebol começou quando jogava no time do São Luís. Depois ingressou no Jardim Teália, no La Salle(dos irmãos lassalistas), e no Flamengodo Divone “Carroeiro”. Aos 14 anos foi morar com os tios em Vila Ema (na capital de São Paulo). Conseguiu um emprego de serralheiro na micro empresa Elie–Pedrosian & Filhos. Fez amizade com torcedores daquele que seria para sempre o seu time de coração: o Santos Futebol Clube.</p>
<p>Era o ano de 1962 quando Jorge e um grupo de amigos foram ao Pacaembu para assistir a uma partida entre Santos x Botafogo, pelo antigo Torneio Rio-São Paulo. Naquela época, o Santos de (Gilmar, Pelé, Coutinho, Pepe, Zito e Mengalvo) juntamente com o Botafogo de (Zagalo, Garrincha e Nilton Santos) eram a base da Seleção Brasileira. Ao completar 19 anos, Jorge retornou a Machado. Nesse ínterim, um primo seu havia formado a equipe do Time da Prefeituraonde jogou por algum tempo. </p>
<p>Foi o técnico e fundador “Dica” que o chamou para jogar no Clube da Ponte. A equipe era formada por Divone, Sérgio, José Vítor, Dito, Zé Perereca, Duréia, Caveira, e Simão. A prefeitura arranjava-lhes, meias, camisas (menos chuteiras) e cedia-lhes um caminhão para transportá-los até as cidades vizinhas... Em 1984, juntamente com os Srs. Natal e Zé Garcia montaram um time de veteranos, o “Aqui e Agora”. Entretanto, no ano seguinte, decidiram montar um time jovem para dirigir. Surge então, em 1985, o Lago Azul. </p>
<p>O nome derivou de uma ilha artificial da cidade de Campestre-MG (Lagoa Azul). Graças ao apoio do Paulinho (Fotoamador), a equipe adquiriu uniformes para disputar os campeonatos (Rural e Municipal). Com muita determinação os garotos conquistaram todos os campeonatos de 2000. Em entrevista ao Episódio Cultural, Jorge Bueno lembrou com muita saudade dos bons tempos de uma Machado cheia de galanteios, sorrisos e pés-de-valsa, que infelizmente foi tragada pela frieza das salas de estar vazias de amizade e comunicação.</p>
<p>Há 31 anos trabalhando no SAAE, Jorge Bueno nunca se cansou de dedicar–se ao futebol e, principalmente, em tirar das ruas aquele menino que, através do esporte possa ocupar a sua mente com atividades positivas. Ele, assim como muitos outros que se engajam nessa luta merece os nossos respeitos.</p>
<p>(foto)  Maria Lúcia P. Silva (esposa), a neta e Jorge Bueno</p>
<p>matéria do fanzine Episódio Cultural<br />
machadocultural@gmail.com
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/jorge-bueno-da-silva#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 05:03:12 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O caminho para uma grande Arte</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/o-caminho-para-uma-grande-arte</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/o-caminho-para-uma-grande-arte</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321034" alt="O caminho para uma grande Arte" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/maria-adventista.jpg" align="right" />O caminho para uma grande Arte</p>
<p>“Simplicidade”, esta é a palavra que resume dignamente os trabalhos artesanais das irmãs Maria, Olivinae Esther de Paula. As três nasceram em Machado, no bairro da Serra Negra. São filhas do casal José Benedito de Paula e Maria Conceição Vicente de Paula. Mariaaprendeu com a sobrinha a arte da tapeçaria. Desde então não parou mais de confeccionar seus belos tapetes, chegando a vendê-los para outras cidades como Americana (SP) e Sertanópolis (PR). </p>
<p>Os preços variam entre R$ 5,00 à R$ 15,00 Reais. Esthertornou-se muito conhecida pelos seus deliciosos doces e iguarias, Ela também atende a encomendas. Já Olivinaaprendeu a arte de desenhar em tecidos. Foi através de um programa de artesanato exibido diariamente pela Rede Mulherque o seu desejo adormecido de voltar a desenhar foi despertado. Olivina costuma dizer que trabalha livremente com a mente, por isso aproveita ao máximo o seu momento de inspiração ”Deixamos de assistir às novelas para aprender uma coisa que nos trouxesse cultura”, ela afirmou. </p>
<p>Contatos: Esther (35) 8425–9487.</p>
<p>matéria do fanzine Episódio Cultural<br />
Carlos Roberto (editor)<br />
machadocultural@gmail.com
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/o-caminho-para-uma-grande-arte#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 05:00:34 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>NAS ASAS DA ESPERANÇA </title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/nas-asas-da-esperanca</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/nas-asas-da-esperanca</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321033" alt="NAS ASAS DA ESPERANÇA " src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/robson-leal.jpg" align="left" /><strong>NAS ASAS DA ESPERANÇA<br />
&<br />
A UM PASSO DA FAMA</strong></p>
<p>	“Pego carona nas asas da esperança e renasço a cada minuto. Sempre com fome e sede de viver”. Assim começa o livro “Nas asas da esperança” de Robson Leal Pereira um humilde lavrador nascido no bairro Bom Jesus, em Machado (sul de Minas), em 1977. Tendo como fonte de inspiração uma frase, uma palavra e, principalmente a MPB (Música Popular Brasileira), Robson começa a escrever (dar vida) aos seus primeiros poemas.<br />
	Após mostrá-los ao Prof. Clêuton Pereira Gonçalves e receber do mesmo palavras de encorajamento, Robson partiu em busca de um sonho: publicar o seu primeiro livro. Graças ao dinheiro do seu suor (na colheita do café), e de alguns patrocinadores machadenses, Robson finalmente pode realizar o seu sonho. No dia 20 de dezembro de 2006, na Biblioteca Municipal de Machado, ocorreu o lançamento do seu livro, organizado pela Prof.ª Carmem. Foi homenageado pelos professores Rosa Maria Ferreira e Clêuton P. Gonçalves.<br />
	O cerimonial foi comando por Juliano Paes. Um dos momentos mais emocionantes foi a presença da Companhia de Reis do Jamil, da qual Robson faz parte representando o “Bastião”. Junto com Juliano Paes, Robson vem escrevendo, dirigindo e atuando no palco sagrado do teatro. Em 2003 atuou em “A aparição de N. S. de Aparecida”, uma peça realizada próxima ao Lago Artificial de Machado, durante o jubileu do Cônego Walter M. Pulcinelli. Em 2004, na cidade de Alfenas, eles apresentaram a peça “Calote em alto estilo”, contando as peripécias de um sujeito que se finge de morto para não pagar suas dívidas.<br />
	O problema é que, inesperadamente, todas as pessoas as quais ele deve comparecem em seu velório... Em Machado, no mesmo ano, eles encenam a peça “A um passo da fama”, uma comédia sobre dois caipiras que querem ficar famosos na cidade grande. Tudo acontece em um ponto de ônibus, arrancando gargalhadas incontroláveis dos espectadores. A peça foi reapresentada em dezembro de 2006 no teatro do colégio Iracema Rodrigues (Machado-MG). No elenco estavam: Janaína Freire (hoje substituída por Cassiana Cordignole), Rafael do Lago, Prof. João Marcos (substituído por Douglas Soares), Juliano Paes, Robson Leal Pereira e sonoplastia de Ilzenir Serafini. Ainda este ano a peça será apresentada em Campestre-MG. Contatos: Robson (35)  9915-4880 e Juliano Paes (35) 9901-5005.</p>
<p>“Você é do tamanho do seu poema” (Prof. José Vilela)</p>
<p>“Se a poesia existe nos fatos, o fato de se fazer poesia já é poético”<br />
(Prof.ª Olga Caixeta)</p>
<p>“Minha poesia é o luar. É a vontade de subir ao céu e derramar uma chuva de paz”<br />
(Robson Leal Pereira)</p>
<p>matéria do fanzine Episódio Cultural<br />
Carlos Roberto de Souza<br />
machadocultural@gmail.com <mailto:machadocultural@gmail.com>
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/nas-asas-da-esperanca#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 04:58:32 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>NÃO HÁ POETA SEM SONHOS”</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/nao-ha-poeta-sem-sonhos%e2%80%9d</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/nao-ha-poeta-sem-sonhos%e2%80%9d</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321028" alt="NÃO HÁ POETA SEM SONHOS”" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/josue-da-silva-lucas.jpg" align="left" />NÃO HÁ POETA SEM SONHOS”</p>
<p>O Episódio Cultural entrevistou o poeta, compositor e escritor Josué da Silva Lucas, autor dos livros “A viagem” e “Sonhos e Poesias” (publicados em 2003). Josué enveredou-se pelo caminho das letras quando criança. O primeiro passo foi dado durante o Primário (atual Ensino Fundamental). Seus professores – entre eles a Sra.Isaura Scalco – notaram a sua percepção poética com relação à natureza e o ser humano. Aos 17 anos sua avidez pela leitura somada às suas opiniões, resultou em poemas que nos prendem às nossas reflexões. “Todopoema tem o seu valor, o seu espaço e o seu momento”, ele diz. Nos anos 70, Josué foi locutor da antiga Difusora ZYB27 de Machado. Comandou por algum tempo “O cantinho da saudade”, programa que fora criado e comandado pelo ator e radialista Hélio D´Andréa. </p>
<p>Em 1978 foi colaborador da A Folha Machadense, escrevendo crônicas contundente como saúde, educação, cultura, família e política (Ditadura Militar). Foi redator do jornal Siga em Frente, do jornalista Júlio Olivar, autor do livro (O mistério do cônsul). Em 2003 participou do I Concurso de Poesias da Faculdade de Filosofia de Machado, ficando em 2° Lugar com o poema “O mistério do bornal”. Com o seu poema intitulado “Holocausto”, Josué classificou-se em 2° lugar no III Concurso de Plínio Motta de Poesias, organizado pela Academia Machadense de Letras, o qual é membro. Participou também de outros concursos realizados em Descalvo e Piracicaba (cidades do interior paulista). “Todo poeta é um sonhador. Não existe poeta sem sonhos. Em seus versos, até mesmo uma figura fria de uma pedratorna-se poesia”, e ele conclui: “Uma pessoa que não tem sentimentos jamais entenderáuma poesia, principalmente aquelamaterialista”.</p>
<p> Josué acaba de concluir mais dois livros. Um deles intitulado “A borboleta encantada” narra as aventuras e os perigos de dois garotos perdidos numa floresta. A entrevista terminou com uma mensagem: “Ao deixar o palco da vida, faça-o com dignidade. Acredite que do outro lado exista um novo céu, uma nova terra. Onde tudo é luz e paz completa. Um lugar onde seremos eternamente jovens”. </p>
<p>Contatos (35) 3295- 4494 (Machado-MG/ Brasil) ou josuesilvalucas@yahoo.com.br <mailto:josuesilvalucas@yahoo.com.br>.</p>
<p>Matéria do Fanzine Episódio Cultural<br />
machadocultural@gmail.com <mailto:machadocultural@gmail.com></p>
<p>(Carlos Roberto / editor)
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/nao-ha-poeta-sem-sonhos%e2%80%9d#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 04:44:02 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>JAGUARÉ, O TRISTE FIM DE UM GRANDE GOLEIRO</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/jaguare-o-triste-fim-de-um-grande-goleiro</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/jaguare-o-triste-fim-de-um-grande-goleiro</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321026" alt="JAGUARÉ, O TRISTE FIM DE UM GRANDE GOLEIRO" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/jaguare.jpg" align="right" />JAGUARÉ, O TRISTE FIM DE UM GRANDE GOLEIRO</p>
<p>Adauri Alves</p>
<p>Seu nome era Jaguaré Bezerra de Vasconcelos, nasceu no Rio de Janeiro, filho de Antônio Bezerra Vasconcelos e Raimunda Tavares de Vasconcelos. Passou a maior parte da sua infância no cais e vestia-se mal. Aconselhado por um amigo, foi fazer um teste no Vasco da Gama. Logo que chegou começou a treinar no gol, criando logo uma certa intimidade com a bola chamando-a carinhosamente de “bichinha”. Valente e abusado, Jaguaré em pouco tempo se torna uma revelação vascaína naqueles anos 20. </p>
<p>Seu apelido era “Dengoso” e, sendo titular do Vasco, não admitia a presença de outro goleiro que pudesse tomar seu lugar. Quando isso acontecia ia treinar tiro livre. Assim que o pretendente a arqueiro ficava no centro da meta, Jaguaré desferia um tremendo chute levando-o a nocaute. Assim que levantava o infeliz dizia adeus e Jaguaré ficava todo feliz esperando a próxima vítima. Um dia desafiou Grané, um dos maiores chutadores do futebol brasileiro. Grané colocou a bola na marca do pênalti. A torcida gritava: “Cuidado Grané não mate o Dengoso, chute fora”.</p>
<p>Quando o juiz apitou muita gente virou o rosto para não ver o fuzilamento. O chute partiu. Jaguaré segurou a bola e caiu ouvindo um “anjo tocando harpa”. Levantou-se e rodou a bichinha no dedo... Nunca houve nenhum goleiro com mais facilidade de pegar uma bola! Podia ser o chute que fosse, um tijolo quente – como se dizia – e a bola perdia a força nas pontas dos dedos de Jaguaré. O Vasco, ainda na época do amadorismo, foi um dos primeiros clubes que reforçou seu time com jogadores negros, Em 1929, a equipe torna-se campeã carioca com um time inesquecível: Jaguaré, Brilhante, Itália, Tinoco, Fausto, Mola, Pascoal, Santana, Russinho, Mário Matos e 84. Em 1931, o Vasco segue para a Europa indo cumprir uma série de amistosos. </p>
<p>Depois a equipe vai para Barcelona (Espanha) onde estréia em 26 de julho com o estádio completamente lotado. No primeiro jogo o Barcelona venceu de 3 a 2. Depois o Vasco emplacou uma série de vitórias, culminando com a goleada de 7 a 1. Após concluir os amistosos, Jaguaré vai para o Barcelona, onde sente na pele o preconceito por parte da torcida e dos dirigentes. Em maio de 1932, após uma discussão, ele volta ao Brasil e, em 1934, passa a defender o Corinthians. A diretoria resolve substituí-lo pelo goleiro José Hungarez, o primeiro estrangeiro a vestir a camisa do Corinthians. Em 1938, Jaguaré embarca para a França para estrear no Olimpic de Marselles. Com ele, o Olimpic conquista pela primeira vez a Taça da França. </p>
<p>Após sua volta ao Brasil, em 1946, Jaguaré cai em decadência ao entregar-se ao vício da bebida. Perambulando sem eira nem beira, ele acaba ficando demente. Em sua passagem na prisão ele acabou batendo com a cabeça na parede da cela. O diretor da prisão – que o conhecia – vendo que o coitado apresentava um quadro de problemas mentais mandou transferi-lo para o Manicômio Judiciário de Franco da Rocha (mais conhecido como “Juquery”). Assim que chegou ao departamento foi Imediatamente foi hospitalizado, mas devido ao seu estado precário, Jaguaré, um dos maiores goleiros da história do futebol veio a falecer semanas depois.</p>
<p>Adauri Alves é jornalista, escritor e fundador do Núcleo da Consciência Negra de Franco da Rocha (SP)
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/jaguare-o-triste-fim-de-um-grande-goleiro#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 04:39:53 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>ELMARA, UMA ARTE INFINITA</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/elmara-uma-arte-infinita</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/elmara-uma-arte-infinita</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321024" alt="ELMARA, UMA ARTE INFINITA" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/elmara-e-sua-mae.jpg" align="left" />ELMARA, UMA ARTE INFINITA</p>
<p>	Machado é uma cidade privilegiada de grandes artistas. Mesmo com a difícil tarefa de conseguir patrocínios e expor as suas obras, eles lutam pelos seus objetivos. O fanzine Episódio Culturalfoi conhecer um desses artistas, a jovem Elmara Helena da Silva, (22 anos) moradora do Bairro da Vila Conceição. Aos 12 anos, começou a fazer cartões em papel vegetal. Seis anos depois aprendeu a pintar em estilo abstrato. Posteriormente fez um curso em tecidos com a artista Dulcilene Gonçalves (diretora da UNIARTMA).<br />
	Entre os professores que acreditaram em seu potencial estavam Regina Salles e a artista mencionada anteriormente. Em suas pinturas a óleo, percebe-se a influência de Salles. Alguns desses quadros como a “AsPirâmides” (sua primeira pintura abstrata); A Fênix, Natureza Morta, A Igrejae, Paisagem comFlôres, momentos de profunda reflexão, alegria, misticismo e tristeza.<br />
	Seus trabalhos, incluindo pinturas em cerâmica, foram expostos no colégio Iracema Rodrigues, onde estudou. Professores, alunos e visitantes, ficaram muito surpresos. Meses depois, seus quadros foram exibidos na Feira da UNIARTMA(Praça Central); na Exposição do Atelierda artista Regina Salles(Casa da Cultura) e no CESEP, onde atualmente faz o curso de História. Há alguns meses ela escreveu um poema abstrato (baseado em seu quadro, “A Moto e o Sofá”).<br />
	Entre os livros ela mencionou as biografias de Pablo Picasso e Frida Kahlo. “Sinto Muito” de Gabriel Chalita; “Educar com Oração” e “Pedagogia do Amor” de Rubem Alves. Seus filmes favoritos são: “Reflexo de uma Amizade”, “A Luta por uma Esperança” e “O Sorriso da Mona Lisa”. Ela já tem convites para expor em São Paulo no ano que vem. </p>
<p>Contatos e patrocínios: Rua Santa Teresa, 98. Fone: (35) 3295-3679 / Vila Conceição. Machado-MG 37750-000<br />
marallen@uol.com.br</p>
<p>“A pintura é uma arte infinita. Está sempre mudando. Há um campo, um céu, uma cor diferente que sempre aparece. Nunca é igual...” (Elmara H. Silva)
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/elmara-uma-arte-infinita#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 04:36:00 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Coletores de Esperança</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/coletores-de-esperanca</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/coletores-de-esperanca</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321022" alt="Coletores de Esperança" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/coletor-de-lixo-2.jpg" align="left" />Coletores de Esperança</p>
<p>Hoje mais do que nunca, a questão ambiental faz parte do nosso dia a dia. E isto se deve muito pela preconização da mídia sobre a questão ambiental, o que sem duvida nos enche de esperança com a perspectiva da criação de uma sociedade mais consciente do meio em que vive. A consciência ambiental deve andar de mãos dadas com o social. Já que vivemos em um mundo em que a disparidade econômica entre o mais rico e o mais pobre é absurda, sendo que aproximadamente, 80% da riqueza do mundo se concentram nas mãos de 2% da população.<br />
Sendo assim tornar-se-ia praticamente inviável a abordagem de questões ambientais para milhões de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza. A boa notícia é que a questão ambiental encontra em um dos seus maiores problemas a solução para minimizar esta disparidade econômica.<br />
Esta solução encontra-se justamente no “lixo”, que é o resultado na maioria das vezes de um consumo desenfreado da população, gerando uma grande quantidade de resíduos. Hoje, com a adoção de sistemas como os 4R”s, que possibilitou uma nova abordagem quanto à educação ambiental, em conjunto com a coleta seletiva e a importantíssima participação dos catadores, vem nos tirando o peso de um problema que há bem pouco tempo era considerado um pesadelo sem solução, destinado a nos assombrar por anos de irresponsabilidade ambiental. Mas o que antes se apresentava como um problema, hoje se mostra como um sonho capaz de nos encher de esperança quanto a estes graves problemas sócio-ambientais.<br />
E para possibilitar uma otimização do que já existe hoje e possa aumentar ainda mais seu campo de atuação preservando assim grandes áreas de floresta com a reciclagem do papel e /ou diminuindo o impacto da mineração, com a preservação dos recursos minerais para as gerações futuras através da reciclagem de metais, isto sem citar os inúmeros outros materiais passiveis de serem reciclados, reaproveitados ou reutilizados, com esta mudança de comportamento, é que se torna fundamental o papel do catador na sociedade. Esta mesma pessoa simples que você vê empurrando um carrinho pelas ruas da sua cidade, em condições climáticas adversas e muitas vezes marginalizadas, é atualmente responsável por uma boa parcela do desenvolvimento econômico do país, isto sem falar no incalculável lucro ambiental.<br />
Portanto tomar atitudes para que estas pessoas tenham seu trabalho reconhecido, e possam usufruir de condições adequadas para exercer sua função de forma digna é um dever de todos nós. Estes pais e mães que encontram na sobra resultante do uso desenfreado dos recursos naturais de uma grande parcela da população o seu sustento merecem ser reconhecidos, para que seus filhos possam se orgulhar do imprescindível  trabalho que seus pais exercem. Por isto na próxima vez que se deparar com um catador, não cometa a atitude insensata de olhar para esta pessoa com desprezo ou piedade, ela não precisa de esmola, que acaba por degradar o ser humano por sanar uma necessidade momentânea ao custo da corrosão da sua auto-estima.<br />
O que ela precisa é que você faça a sua parte, e assim tenha um consumo responsável e destine corretamente os seus resíduos. Do mais fique tranqüilo, porque os catadores estão colaborando para que seus filhos tenham a chance de encontrar um ambiente saudável e com recursos suficientes para todos.</p>
<p>  Jairo E. G. Pereira é estudante de Gestão Ambiental – Cesep /Machado - MG e assina essa coluna<br />
 jferraciolli@gmail.com
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/coletores-de-esperanca#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 04:33:19 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>CANÇÕES DA TERRA</title>
	<link>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/cancoes-da-terra</link>
	<guid>http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/cancoes-da-terra</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image321021" alt="CANÇÕES DA TERRA" src="http://episodiocultural.nireblog.com/blogs1/episodiocultural/files/chrystian-dozza.jpg" align="left" /><strong>CANÇÕES DA TERRA</strong></p>
<p>Chrystian Dozza Cunha nasceu em Machado em 1983. Aos treze anos ganhou do seu pai (Prof. Pedro Cunha) seu primeiro violão, aprendendo com ele os primeiros acordes. Anos depois passou a ter aulas na Casa da Cultura. Vendo seu desempenho, sua professora o aconselhou a procurar outro mestre, pois segundo ela, já não havia mais nada a ensiná-lo. Em Alfenas (MG) passou a ter aulas com o músico e jornalista Fredera. Aos 15 anos, Chrystian ganhou sua primeira guitarra. A partir daí passou a influenciar-se musicalmente pelo Rock ouvindo guitarristas como Slash (Guns´n`Roses) e Adrian Smith (Iron Maiden). Juntamente com os amigos Luciano e Wesley, formou o Seventh Steel, a primeira banda de metal melódico da cidade. Em 2001 Chrystian entrou na Faculdade Santa Marcelina de Música e Artes de São Paulo (capital).<br />
Durante uma aula, André (um estudante de Regência) o convidou para tocar na sua nova banda, o Jethro Tull Cover. A banda já se apresentou em Machado dividindo o palco com o Overture. Em 2007, Chrystian pretende fazer seu mestrado nos Estados Unidos e, posteriormente, abrir no Brasil uma escola de música... Graças ao apoio de alguns machadenses que acreditaram em seu talento, Chrystian lançou seu primeiro cd independente de música instrumental, o “Songs from the Land” (Canções da Terra). Podemos classificá-lo como “World Music” (Música Mundial).<br />
O termo foi criado pela crítica americana para designar os discos influenciados pela cultura mundial. Independente disso, “Songs from the Land”, remete-nos ao profundo oceano da alma: “Lachrymãe Pavan” do compositor renascentista John Dowland, que viveu na Inglaterra entre 1563 a 1626. “Elf´s Jig” (A Dança dos Elfos), contendo um pequeno trecho de um poema de William Shakespeare e ”Terra Mãe”, um instrumental que reacende as nossas origens com um dos mais populares ritmos brasileiros: o Baião... A capa foi elaborada pelas alunas Mariângela Ghizellini e Célia Nakabayashi. </p>
<p>Contatos: (35) 3295-1706 ou chryscunha@yahoo.com.br <mailto:chryscunha@yahoo.com.br> </p>
<p>MATÉRIA DO FANZINE EPISÓDIO CULTURAL<br />
machadocultural@gmail.com <mailto:machadocultural@gmail.com><br />
 Editor: Carlos Roberto de Souza
</p>
<p><a href="http://episodiocultural.nireblog.com/post/2008/06/04/cancoes-da-terra#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 04:27:40 +0100</pubDate>	</item>
</channel>	
</rss>
 
