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EPOSÓDIO CULTURAL

06/12/2007 GMT 1

PINK FREUD

tarokid2003 @ 22:00

Pink Freud!

Seguindo o que foi dito na última edição, venho hoje indicar a vocês que ouçam duas músicas da banda inglesa Pink Floyd que são Brain Damage (Lesão Cerebral) e Eclipse do disco Dark Side of the Moon. A princípio, a letra da primeira representa uma crítica aos modelos capitalistas e aos governantes do mundo, fazendo uma alusão de que somos governados por lunáticos. Até então a letra da música não se diferencia de muitas músicas de "protesto" que conhecemos, mas o surpreendente aparece na música seguinte que, como uma continuação da anterior, traz uma referência às atitudes do homem, merecendo destaque as frases finais: "E tudo sob o sol está em harmonia, mas o sol está eclipsado pela lua". Neste momento enigmático e até certo ponto surreal da canção, o artista é ultrapassado pela sua criação, ou seja, cria algo de espetacular que foge a sua pretensão e atinge a todos, seja na letra da música ou melodicamente, pois diz mais do que as palavras podem dizer.
A esta criação do artista que nos toca, Freud nomeia de sublimação, pois quando o artista em sua canção determina que: tudo que o homem faz está em perfeita harmonia com o sol, mas este está eclipsado pela lua, ele determina o que Freud diz sobre o inconsciente, ou seja, que a consciência é regida pelo inconsciente e que nossos desejos e necessidades estão para além de determinações conscientes e que sempre somos tomados por sentimentos e atitudes que provam que o inconsciente nos rege: trocamos nomes de pessoas, esquecemos coisas, nos comportamos de maneira que não queríamos, repetimos o que pretendíamos nunca mais fazer, etc. Assim como na canção tudo que sentimos está em perfeita harmonia com a consciência, mas esta "eclipsada" pelo inconsciente.

Um abraço a todos e até a próxima.

Matheus Dias Pereira é psicanalista e escreve neste espaço
(35) 9138–8769
psicomatheus@bol.com.br

UM POUCO DE HISTÓRIA DA ARTE

tarokid2003 @ 21:58

UM POUCO DE HISTÓRIA DA ARTEUM POUCO DE HISTÓRIA DA ARTE

Meu nome é Vitor Hugo Da Col Junior, sou Professor de História formado pela UEMG e Mestre em Educação pela Universidade São Marcos. Atualmente sou Coordenador dos Cursos de História e Serviço Social do CESEP- Machado, além de ministrar aulas nos dois cursos. Por ser um admirador da Arte e ter defendido minha tese de mestrado sobre a história de um artista ourofinense, fui convidado por meu aluno Carlos Roberto, editor deste Fanzine, para falar um pouco sobre algumas curiosidades da História da Arte e seus significados. Neste primeiro artigo gostaria de tratar do significado e importância da arte para a história da civilização de um modo geral, utilizando uma obra de grande expressão para seu tempo: “Guernica” de Pablo Picasso. Este óleo sobre tela foi pintado em um painel de 3,49 x 7,78 m, em junho de 1937, como forma de protesto pelo ataque nazista à pequena cidade espanhola de Guernica, com pouco mais de 7 mil habitantes.
O ataque foi planejado por Hitler como forma de apoio à ditadura do General Franco na Espanha em 26 de abril de 1937. Por volta das 5 horas da tarde os aviões nazistas da Legião Condor despejaram toneladas de bombas num ataque que durou 2 horas e 45 minutos. Os moradores estonteados e assombrados corriam na direção das montanhas enquanto rajadas de metralhadoras, disparadas pelos caças, faziam os corpos se amontoarem. O ataque tinha a intenção de conter os rebeldes republicanos espanhóis que tentavam derrubar o sistema de ditadura militar imposta pelo General Franco desde 1936, que com o apoio dos aviadores nazistas escolheram a pequena cidadezinha por não possuir sistemas de defesa antiaéreos. Picasso tentou expor a fragilidade da população frente à violência do ataque nazista utilizando para isso uma técnica conhecida como “Cubismo” que fragmentava as formas e as compunha como cubos, com cores escuras e formas geométricas angulosas, dispostas em um mesmo plano como se estivessem abertas, confrontando o estilo da pintura renascentista com suas perspectivas e dimensões perfeitas.
Guernica não era algo belo de ser visto. Durante sua primeira exposição em Paris o público virava-se de costas frente a tamanho horror. Picasso, para retratar o clima sombrio que envolvia o desastre, utilizou-se da cor negra, do cinza e do branco. O painel encontra-se dominado no alto pela luz de um olho-lâmpada - símbolo da mortífera tecnologia - seguida de duas figuras de animais. No centro um cavalo apavorado, em disparada, representa as forças irracionais da destruição. A esquerda, impassível, um perfil picassiano de um touro imóvel. Talvez seja símbolo da Espanha em guerra civil, impotente perante a destruição que a envolvia. Logo abaixo do touro, encontramos uma mãe com o filho morto no colo. Ela clama aos céus por uma intervenção. Trata-se da moderna Pietá de Picasso. Uma figura masculina, geometricamente esquartejada, domina as partes inferiores, segurando uma espada quebrada – símbolo da resistência heróica. A direita, uma mulher, com seios expostos e grávida, voltada para a luz, implora pela vida, e outra, incinerada, ergue inutilmente os braços para o vazio, enquanto uma casa arde em chamas e uma cabeça aparece tentando fugir do fogo. Naquele caos a tecnologia aparece esmagando a vida.
Conta-se que, em 1940, com Paris ocupada pelos nazistas, um oficial alemão, diante de uma fotografia reproduzindo o painel, perguntou a Picasso se havia sido ele quem tinha feito aquilo. O pintor, então, teria respondido: "Não, foram vocês!". Podemos perceber que a Arte nem sempre agrada aos olhos, mas diante da imensa estupidez de uma guerra, a Arte talvez esteja lá não somente para satisfazer nossos olhos, mas também para não nos esquecermos do que o ser humano é capaz.

No próximo Episódio Cultural veremos uma obra não tão sombria, mas nem por isso menos polêmica. Até lá.

O Prof. MSC. Vítor Hugo da Col Júnior (Coordenador de História e Serviço Social) escreve neste espaço.

O TESOURO DE BREZA

tarokid2003 @ 21:54

O Tesouro de Breza
(lenda austríaca)

Breza é uma pequena cidade ao norte da Áustria, onde vivia uma família de agricultores de uva. Um dia o pai disse ao filho caçula: “Olha filho, ali, naquela montanha tem um tesouro, e para você encontrá-lo, tem que estudar matemática, geografia, ciências, artes e línguas; depois você nem precisará de mapas para achá-lo”.
Assim fez o filho, e depois de se tornar um sábio, ele disse ao pai: ”Olha aqui, meu pai, agora eu já fiz o que o senhor me aconselhou. Então, vamos lá encontrar esse tesouro?”.
O pai respondeu: “Este tesouro você já o encontrou. Pois os outros tesouros, mesmo que sejam de ouro, prata ou de outros metais, o tempo, as traças e outros agentes corrosivos irão por certo fazê-los desaparecer, enquanto a sua sabedoria nenhum agente poderá destruí-la. Portanto, hoje o tesouro de Breza e a sua cabeça cheia de sabedoria”.

José Guilherme Barbosa é despachante e escreve nesta coluna.
Fonte: Enciclopédia Universal

( ver foto do Jose G. Barbosa )

ALCOOLISMO

tarokid2003 @ 21:51

ALCOOLISMOALCOOLISMO

Em fins do século XIX, um médico sueco, de nome Magnus Huss, empregou pela primeira vez a expressão alcoolismo para designar o conjunto de sintomas físicos e psíquicos do uso abusivo do álcool. As desordens psíquicas conseqüentes à intoxicação alcoólica se filiam ao chamado alcoolismo cerebral.
Causas e conseqüências – Velho como a humanidade, o álcool é um dos maiores flagelos não só para o indivíduo que a ele se entrega como também para a sua descendência. As bebidas fermentadas eram usadas já em tempos memoriais. Mas as destiladas, que são as mais nocivas, só se tornaram conhecidas após a descoberta da destilação, no século XI, o que se deve ao químico árabe Albucasis. As bebidas fermentadas não contêm percentagem de álcool superior a 12 e 14 por cento, pois acima desse ponto de concentração a toxina alcoólica destrói os germes fermentos que produziram. Dentre as numerosas variedades de bebidas alcoólicas encontradas no comércio, uma das mais nocivas para o sistema nervoso é sem dúvida a pinga, responsável por uma das formas mais graves do alcoolismo cerebral, que é o “Delirium Tremens”.
Entre nós, a aguardente de cana é a bebida mais vulgarizada na classe pobre, provocando o chamado alcoolismo domingueiro: nos dias de festa e nos feriados os lavradores se reúnem nos arraiais e nas vilas para se entregarem as libações alcoólicas. O mesmo fazem os operários nas grandes cidades e, sob a ação do álcool, uns e outros são levados, não raro, a praticar atos delituoso. Segundo estatística publicada pela Seção de Medicina e Criminologia da Penitenciária do Estado de São Paulo, há algum tempo verificou-se os seguintes resultados no que toca os homicídios pelos dias da semana: 283 nos domingos;112 nas segundas-feiras; 99 nas terças; 100 nas quintas; 86 nas sextas e 142 nos sábados. Em relação ao alcoolismo cerebral por nós recolhida no Hospital de Juquery forneceu os seguintes dados: em 348 homens entrados naquele hospital, 130 abusavam do álcool e apresentavam distúrbios mentais em conseqüência dos seus efeitos; em 156 mulheres, 13 eram bêbadas habituais. Temos, portanto, em 504 indivíduos recolhidos a um hospital psicopático, 143 alcoólatras, o que nos dá uma percentagem de 28,95% de alienados contando o alcoolismo nos seus antecedentes.

Fonte: Boletim Adauri Alves
Adauri Alves é escritor, jornalista (Francisco Morato/SP).

Matéria do fanzine Episódio Cultural
machadocultural@gmail.com

"NÃO HÁ POETA SEM SONHOS"

tarokid2003 @ 21:45

"NÃO HÁ POETA SEM SONHOS"“NÃO HÁ POETA SEM SONHOS”

O Episódio Cultural entrevistou o poeta, compositor e escritor Josué da Silva Lucas, autor dos livros “A viagem” e “Sonhos e Poesias” (publicados em 2003). Josué enveredou-se pelo caminho das letras quando criança. O primeiro passo foi dado durante o Primário (atual Ensino Fundamental). Seus professores – entre eles a Sra.Isaura Scalco – notaram a sua percepção poética com relação à natureza e o ser humano. Aos 17 anos sua avidez pela leitura somada às suas opiniões, resultou em poemas que nos prendem às nossas reflexões. “Todo poema tem o seu valor, o seu espaço e o seu momento”, ele diz. Nos anos 70, Josué foi locutor da antiga Difusora ZYB27 de Machado. Comandou por algum tempo “O cantinho da saudade”, programa que fora criado e comandado pelo ator e radialista Hélio D´Andréa. Em 1978 foi colaborador da A Folha Machadense, escrevendo crônicas contundente como saúde, educação, cultura, família e política (Ditadura Militar). Foi redator do jornal Siga em Frente, do jornalista Júlio Olivar, autor do livro (O mistério do cônsul). Em 2003 participou do I Concurso de Poesias da Faculdade de Filosofia de Machado, ficando em 2° Lugar com o poema “O mistério do bornal”. Com o seu poema intitulado “Holocausto”, Josué classificou-se em 2° lugar no III Concurso de Plínio Motta de Poesias, organizado pela Academia Machadense de Letras, o qual é membro. Participou também de outros concursos realizados em Descalvo e Piracicaba (cidades do interior paulista). “Todo poeta é um sonhador. Não existe poeta sem sonhos. Em seus versos, até mesmo uma figura fria de uma pedra torna-se poesia”, e ele conclui: “Uma pessoa que não tem sentimentos jamais entenderá uma poesia, principalmente aquela materialista”. Josué acaba de concluir mais dois livros. Um deles intitulado “A borboleta encantada” narra as aventuras e os perigos de dois garotos perdidos numa floresta. A entrevista terminou com uma mensagem: “Ao deixar o palco da vida, faça-o com dignidade. Acredite que do outro lado exista um novo céu, uma nova terra. Onde tudo é luz e paz completa. Um lugar onde seremos eternamente jovens”.

Contatos (35) 3295- 4494 (Machado-MG/ Brasil) ou josuesilvalucas@yahoo.com.br .

Matéria do Fanzine Episódio Cultural
machadocultural@gmail.com

(Carlos Roberto / editor)

COLETORES DE ESPERANÇA

tarokid2003 @ 21:24

COLETORES DE ESPERANÇAColetores de Esperança

Hoje mais do que nunca, a questão ambiental faz parte do nosso dia a dia. E isto se deve muito pela preconização da mídia sobre a questão ambiental, o que sem duvida nos enche de esperança com a perspectiva da criação de uma sociedade mais consciente do meio em que vive. A consciência ambiental deve andar de mãos dadas com o social. Já que vivemos em um mundo em que a disparidade econômica entre o mais rico e o mais pobre é absurda, sendo que aproximadamente, 80% da riqueza do mundo se concentram nas mãos de 2% da população. Sendo assim tornar-se-ia praticamente inviável a abordagem de questões ambientais para milhões de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza. A boa notícia é que a questão ambiental encontra em um dos seus maiores problemas a solução para minimizar esta disparidade econômica. Esta solução encontra-se justamente no “lixo”, que é o resultado na maioria das vezes de um consumo desenfreado da população, gerando uma grande quantidade de resíduos. Hoje, com a adoção de sistemas como os 4R”s, que possibilitou uma nova abordagem quanto à educação ambiental, em conjunto com a coleta seletiva e a importantíssima participação dos catadores, vem nos tirando o peso de um problema que há bem pouco tempo era considerado um pesadelo sem solução, destinado a nos assombrar por anos de irresponsabilidade ambiental. Mas o que antes se apresentava como um problema, hoje se mostra como um sonho capaz de nos encher de esperança quanto a estes graves problemas sócio-ambientais. E para possibilitar uma otimização do que já existe hoje e possa aumentar ainda mais seu campo de atuação preservando assim grandes áreas de floresta com a reciclagem do papel e /ou diminuindo o impacto da mineração, com a preservação dos recursos minerais para as gerações futuras através da reciclagem de metais, isto sem citar os inúmeros outros materiais passiveis de serem reciclados, reaproveitados ou reutilizados, com esta mudança de comportamento, é que se torna fundamental o papel do catador na sociedade. Esta mesma pessoa simples que você vê empurrando um carrinho pelas ruas da sua cidade, em condições climáticas adversas e muitas vezes marginalizadas, é atualmente responsável por uma boa parcela do desenvolvimento econômico do país, isto sem falar no incalculável lucro ambiental. Portanto tomar atitudes para que estas pessoas tenham seu trabalho reconhecido, e possam usufruir de condições adequadas para exercer sua função de forma digna é um dever de todos nós. Estes pais e mães que encontram na sobra resultante do uso desenfreado dos recursos naturais de uma grande parcela da população o seu sustento merecem ser reconhecidos, para que seus filhos possam se orgulhar do imprescindível trabalho que seus pais exercem. Por isto na próxima vez que se deparar com um catador, não cometa a atitude insensata de olhar para esta pessoa com desprezo ou piedade, ela não precisa de esmola, que acaba por degradar o ser humano por sanar uma necessidade momentânea ao custo da corrosão da sua auto-estima. O que ela precisa é que você faça a sua parte, e assim tenha um consumo responsável e destine corretamente os seus resíduos. Do mais fique tranqüilo, porque os catadores estão colaborando para que seus filhos tenham a chance de encontrar um ambiente saudável e com recursos suficientes para todos.

Jairo E. G. Pereira é estudante de Gestão Ambiental – Cesep /Machado - MG e assina essa coluna
jferraciolli@gmail.com

EPISÓDIO CULTURAL

tarokid2003 @ 03:02

EPISÓDIO CULTURALREVISTA DO CINEMA MACHADENSE

( IN PORTUGUESE )

Meu nome é Carlos Roberto de Souza. Nasci em Machado, sul de Minas, mas fui criado em São Paulo. Em 1970 meu pai me levou para assistir a um filme do Mazzaropi. Na verdade foram os traillers que atraíram minha atenção. O amor pelo cinema nasceu naquele instante. Em 1995 voltei à minha terra natal. Comecei a pesquisar sobre os antigos cinemas da cidade. No dia 18 de dezembro de 2005 realizei o meu sonho: o lançamento da Revista do Cinema Machadense (1911-2005).

Mandei exemplares para redes de TV, diretores de cinema (Braz Chediak, Luís Carlos Barreto, Arnaldo Jabor, José Mojica Marins “Zé do Caixão” e Cacá Diégues). Também enviei para Rubens Ewald Filho (crítico de cinema), Máximo Barros (editor e professor da FAAP), Maurício de Souza (desenhista) e instituições culturais como (Centro Cultural Banco do Brasil, Instituto Moreira Salles, Instituto Camões, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Biblioteca Naciaonal do Rio...).
Com o pseudônimo de Agamenon Troyan comecei a escrever quatro livros: “O Lobisomem de Auschwitz (inacabado); “A Maldição do Lobo” (inacabado); “Contos de terror” (falta revisão) e “O Anjo e a Tempestade” (revisado). É uma coleção de poemas (com passagens surrealistas, românticas, chegando até mesmo ao tétrico). O livro contém alguns contos (de ficção e comédia). No momento estou procurando alguma editoras que tenham este gênero em sua linha editorial. Pretendo em 2008 rodar um mini documentário sobre a vida dos irmãos (Jorge e José Trindade). Ambos passaram toda a infância dentro do antigo cinema da cidade ajudando o pai com as projeções. O filme, cujo título provisório é “Os Meninos do Sr. Oliveira”, será enviado para os festivais de cinema de países de língua portuguesa.

Edito em Machado o Fanzine Episódio Cultural. É uma publicação gratuita e sem fins lucrativos que aborda as manifestações culturais da região cujo objetivo principal é divulgar os trabalhos de artistas: escritores, atores, artistas plásticos, músicos... (amadors ou profissionais). O fanzine está sendo distribuído em Mossoró (RN), São Gonçalo (RJ), Goiânia (GO), além de algumas cidades do sul de Minas. Os últimos exemplares do fanzine podem ser baixados no site:
www.overmundo.com.br, bastando ao internauta digitar o nome: tarokid.

Você pode ver um pequeno vídeo do lançamento da Revista do Cinema Machadense feita pela TV Alterosa, em 2005. Clique sobre o link abaixo para visualizar:
http://www.youtube.com/watch?v=WEpox-M6zyw

http://video.google.com/videoplay?docid=1152333164840351868

Contatos:
Carlos Roberto de Souza
(35) 3295-6106 / residência/ das 12h ás 13h
(35) 3295-9211 /9215 comercial após às 14h (Faturamento)
machadocultural@gmail.com
carlostvcdr@yahoo.com.br
carlostvcdr@psa.ind.br

MACHADO TOWN´S CINEMA MAGAZINE (VIDEO)

Hi, my name is Carlos. I´m from Brazil. I published (Machado Town´s cinema magazine 1911-2005) my first local cinema magazine in portuguese language. I have also been writing four books: ( The Werewolf of Auschwitz / The Cursed of the Wolf / Tales of Horror / The Angel and the Storm). This last one is book of poems.
I intend making a documentary about two brothers that has grown up at the old town´s cinema in the 50´s. Their life story of them reminds us “Cinema Paradiso”. If you wish to see the video of my magazine release broadcasted by a local TV Channel with english subtitles. Just clink these links below:

http://www.youtube.com/watch?v=WEpox-M6zyw

http://video.google.com/videoplay?docid=1152333164840351868

Contacts:
Carlos Roberto de Souza (Brazil)
machadocultural@gmail.com
carlostvcdr@gmail.com
carlostvcdr@psa.ind.br

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