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EPOSÓDIO CULTURAL

24/01/2008 GMT 1

OS DESAFIOS DA DIGNIDADE HUMANA

tarokid2003 @ 01:13

OS DESAFIOS DA DIGNIDADE HUMANAOs Desafios da Dignidade Humana

Muitas vezes me pergunto os porquês de escrever sobre a dignidade humana. Algumas pessoas podem achar que é loucura...alguns até, numa corrente americanizada dizem que a Dignidade é um conceito inútil.
Ora, eu vivo num país, de origem latina, que preza muito as questões do sentir, do tocar, do olhar o outro. E também pela minha própria constituição humana...que me faz sentir um grande inconformismo com as questões sociais tão gritantes em nosso país.
Por que Dignidade? O ser humano possui dignidade inerente em qualquer situação? O que é dignidade? De onde ela vem? E qual seu fundamento através do tempo? Animais possuem dignidade? Por que Kant fez a dicotomia: pessoa possui dignidade e coisa possui valor?
Algumas outras perguntas de fundo mais teórico também permeiam as razões da minha investigação. Ética e dignidade são aliadas? Dignidade está implícita nas regras morais? Dignidade é um conceito inútil?
O fim da Segunda Guerra mundial trouxe grandes mudanças sociais. Ao se defrontar com o uso destruidor da potencialidade científica e tecnológica evidenciado pela guerra, acrescido de enormes arbitrariedades, surge uma busca crescente de parâmetros éticos. Desde o Código de Nuremberg em 1947 e ao advento da Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, busca-se reconhecer o valor da vida, a importância ao respeito pelo ser humano em sua integridade e conseqüentemente assegurando sua dignidade no viver.
Paralelamente os avanços científico-tecnológicos tomaram proporções gigantescas neste último século. A descoberta de vacinas, de medicamentos, de formas de tratamento, trouxe o fim de inúmeras doenças e grande parte de outras já não se tornam mais assustadoras e letais quanto antes. Enquanto isso a industrialização crescia, a economia mundial se desenvolvia na sombra do ideal capitalista, proporcionando uma verdadeira explosão no que tange a tecnologia. Computadores, celulares, fibra ótica e uma infinidade de outros materiais e equipamentos que se tornaram úteis pra vida humana.
Já em 1948 foi promulgada a Declaração Universal dos Direitos do Homem, importante passo para a mudança no modo de agir e refletir humanos.
O maior legado deixado pela Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948 é a prerrogativa de que todos os seres humanos em suas diferenças biológicas, históricas, religiosas e culturais, são merecedores de respeito, individualizando-os, como únicos. É o reconhecimento de que ninguém, independente de raça, gênero, etnia, classe social, nação, ou vertente religiosa pode se considerar superior aos demais.
A dignidade humana, aquisição de um valor fundamental, sem preço não é um conceito único. Pressupõe-se que a dignidade seja inerente a todas as pessoas e por essa razão, busca-se adequar o termo para se compreender qual o papel da dignidade no discurso da vida. A busca de um conceito está longe de ser concluída, mas certeza existente é que só se reconhece a dignidade em si mesmo e se percebe a utilidade deste conceito quando reconhecemos no outro o valor fundamental e inestimável do ser digno.

* Renata Santinelli, mestre em Bioética, professora do curso de Serviço Social do CESEP

JUSSARA NEVES REZENDE (escritora)

tarokid2003 @ 01:08

JUSSARA NEVES REZENDE ( escritora)DADOS BIOGRÁFICOS

Sócia-fundadora da Academia Machadense de Letras, Jussara nasceu em Machado-MG, filha de Juvenal Nogueira Rezende e de Nara Maria Neves Rezende. Aos dez anos escreveu seu primeiro poema.
Cursou Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Machado – FAFIMA – escolha natural para quem desde os primeiros anos escolares tinha suas redações elogiadas pelas professoras.
Desde 1986 é professora de Literatura Portuguesa e Literatura Brasileira na mesma Faculdade em que se graduou e, desde Fevereiro 2002, está também vinculada à área de ensino de Literatura Portuguesa do Centro Universitário do Sul de Minas – UNIS-MG, em Varginha-MG.
É Especialista em Literatura Brasileira pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MINAS) e Mestre e Doutora em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP).
É autora de textos de crítica literária publicados pela UFMG, pela PUC e pela USP e do livro de poemas Minas de mim. Seu nome e o do livro Minas de mim constam no Dicionário crítico de escritoras brasileiras, publicado em 2002 pela escritora Nelly Novaes Coelho, e no dicionário Todos os nomes do mundo, de Nelson Oliver, publicado em 2005.
Jussara tem uma gaveta cheia de textos inéditos, entre os quais se encontram três livros infanto-juvenis e muitos poemas.

07/12/2007 GMT 1

OS DESAFIOS DA DIGNIDADE HUMANA (por Renata Santinelli)

tarokid2003 @ 21:57

Os desafios da Dignidade Humana

Muitas vezes me pergunto os porquês de escrever sobre a dignidade humana. Algumas pessoas podem achar que é loucura...alguns até, numa corrente americanizada dizem que a Dignidade é um conceito inútil.
Ora, eu vivo num país, de origem latina, que preza muito as questões do sentir, do tocar, do olhar o outro. E também pela minha própria constituição humana...que me faz sentir um grande inconformismo com as questões sociais tão gritantes em nosso país.
Por que Dignidade? O ser humano possui dignidade inerente em qualquer situação? O que é dignidade? De onde ela vem? E qual seu fundamento através do tempo? Animais possuem dignidade? Por que Kant fez a dicotomia: pessoa possui dignidade e coisa possui valor?
Algumas outras perguntas de fundo mais teórico também permeiam as razões da minha investigação. Ética e dignidade são aliadas? Dignidade está implícita nas regras morais? Dignidade é um conceito inútil?
O fim da Segunda Guerra mundial trouxe grandes mudanças sociais. Ao se defrontar com o uso destruidor da potencialidade científica e tecnológica evidenciado pela guerra, acrescido de enormes arbitrariedades, surge uma busca crescente de parâmetros éticos. Desde o Código de Nuremberg em 1947 e ao advento da Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, busca-se reconhecer o valor da vida, a importância ao respeito pelo ser humano em sua integridade e conseqüentemente assegurando sua dignidade no viver.
Paralelamente os avanços científico-tecnológicos tomaram proporções gigantescas neste último século. A descoberta de vacinas, de medicamentos, de formas de tratamento, trouxe o fim de inúmeras doenças e grande parte de outras já não se tornam mais assustadoras e letais quanto antes. Enquanto isso a industrialização crescia, a economia mundial se desenvolvia na sombra do ideal capitalista, proporcionando uma verdadeira explosão no que tange a tecnologia. Computadores, celulares, fibra ótica e uma infinidade de outros materiais e equipamentos que se tornaram úteis pra vida humana.
Já em 1948 foi promulgada a Declaração Universal dos Direitos do Homem, importante passo para a mudança no modo de agir e refletir humanos.
O maior legado deixado pela Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948 é a prerrogativa de que todos os seres humanos em suas diferenças biológicas, históricas, religiosas e culturais, são merecedores de respeito, individualizando-os, como únicos. É o reconhecimento de que ninguém, independente de raça, gênero, etnia, classe social, nação, ou vertente religiosa pode se considerar superior aos demais.
A dignidade humana, aquisição de um valor fundamental, sem preço não é um conceito único. Pressupõe-se que a dignidade seja inerente a todas as pessoas e por essa razão, busca-se adequar o termo para se compreender qual o papel da dignidade no discurso da vida. A busca de um conceito está longe de ser concluída, mas certeza existente é que só se reconhece a dignidade em si mesmo e se percebe a utilidade deste conceito quando reconhecemos no outro o valor fundamental e inestimável do ser digno.

* Renata Santinelli, mestre em Bioética, professora do curso de Serviço Social do CESEP

FÁTIMA FREIRE (Fanzine Episódio Cultural))

tarokid2003 @ 21:54

FÁTIMA FREIRE (Fanzine Episódio Cultural)O Brasil é conhecido atravé do mundo pela sua democracia social. O preconceito e discriminação existem mas são muito mais veladas que em outros paises do mundo. Os negros, vítimas principais desse racismo, tem um nível sócio econômico tão baixo, que se encontram excluidos da sociedade dominante. Somos um país com grande miscigenaçaõ e precisamos começar a dar oportunidades de estudo para que possam ascender socialmemte.
O preconceito racial é uma atitude não só desumana mas anti-científica.
Um abraço,
Fátima Freire www.fatimafreire.ato.br

OLHOS DE CURUMIM (poema)

tarokid2003 @ 21:47

OLHOS DE CURUMIM (poema)OLHOS DE CURUMIM

De: Agamenon Troyan
Quando a natureza despertou
Ele adormeceu em devaneios
Bombardeado com os seus encantos

Despertado ele passou a observá-la
Em cada detalhe
Em cada canto.

Seus olhos: era o sol
A terra: sua pele trigueira
Seus cabelos: as matas
Os rios: o sangue que lhe corria
Seus pulmões: o ar fresco
Sua voz: o vento
A chuva... Seu pranto!

Ele percorreu a floresta
Subitamente, no meio do caminho
A encontrou deserta
A natureza começou a chorar...

Suas lágrimas caíram do céu
Entristecendo o curumim.
Ele apontou sua flecha
E atirou ao infinito...

...Tupã a recolheu
Encontrando uma mensagem:
“Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem”

machadocultural@gmail.com

JORGE BUENO (Lago Azul)

tarokid2003 @ 21:40

JORGE BUENO DA SILVA

( LAGO AZUL )

Jorge Bueno da Silva nasceu em 19 de setembro de1948, na zona rural de Machado-MG. A paixão pelo futebol começou quando jogava no time do São Luís. Depois ingressou no Jardim Teália, no La Salle (dos irmãos lassalistas), e no Flamengo do Divone “Carroeiro”. Aos 14 anos foi morar com os tios em Vila Ema (na capital de São Paulo). Conseguiu um emprego de serralheiro na micro empresa Elie–Pedrosian & Filhos. Fez amizade com torcedores daquele que seria para sempre o seu time de coração: o Santos Futebol Clube.
Era o ano de 1962 quando Jorge e um grupo de amigos foram ao Pacaembu para assistir a uma partida entre Santos x Botafogo, pelo antigo Torneio Rio-São Paulo. Naquela época, o Santos de (Gilmar, Pelé, Coutinho, Pepe, Zito e Mengalvo) juntamente com o Botafogo de (Zagalo, Garrincha e Nilton Santos) eram a base da Seleção Brasileira. Ao completar 19 anos, Jorge retornou a Machado. Nesse ínterim, um primo seu havia formado a equipe do Time da Prefeitura onde jogou por algum tempo.
Foi o técnico e fundador “Dica” que o chamou para jogar no Clube da Ponte. A equipe era formada por Divone, Sérgio, José Vítor, Dito, Zé Perereca, Duréia, Caveira, e Simão. A prefeitura arranjava-lhes, meias, camisas (menos chuteiras) e cedia-lhes um caminhão para transportá-los até as cidades vizinhas... Em 1984, juntamente com os Srs. Natal e Zé Garcia montaram um time de veteranos, o “Aqui e Agora”. Entretanto, no ano seguinte, decidiram montar um time jovem para dirigir. Surge então, em 1985, o Lago Azul. O nome derivou de uma ilha artificial da cidade de Campestre-MG (Lagoa Azul). Graças ao apoio do Paulinho (Fotoamador), a equipe adquiriu uniformes para disputar os campeonatos (Rural e Municipal). Com muita determinação os garotos conquistaram todos os campeonatos de 2000. Em entrevista ao Episódio Cultural, Jorge Bueno lembrou com muita saudade dos bons tempos de uma Machado cheia de galanteios, sorrisos e pés-de-valsa, que infelizmente foi tragada pela frieza das salas de estar vazias de amizade e comunicação.

Há 31 anos trabalhando no SAAE, Jorge Bueno nunca se cansou de dedicar–se ao futebol e, principalmente, em tirar das ruas aquele menino que, através do esporte possa ocupar a sua mente com atividades positivas. Ele, assim como muitos outros que se engajam nessa luta merece os nossos respeitos.

(foto) Maria Lúcia P. Silva (esposa), a neta e Jorge Bueno

matéria do fanzine Episódio Cultural
machadocultural@gmail.com

CAIXA DE PANDORA (poema)

tarokid2003 @ 21:35

CAIXA DE PANDORA (poema)CAIXA DE PANDORA

De: Agamenon Troyan

Quando criança
Eu falava com os anjos
Enxergava o mundo
Com os olhos da Inocência.

Cresci, tornei-me um homem
Cheio de idéias, metas e planos
Abri minha caixa de Pandora
E só encontrei o engano

Revoltado e sem esperança, lancei-a ao mar
Junto coma a minha frustração
Que calada não se manifestou

E agora, o que fazer?
O passado sepultei,
O presente neguei,
O que dirá o meu futuro?

Arrependido, voltei ao penhasco
Ofegante, a caixa procurei
Por um momento, desesperançoso, orei.
O que eu desejava não acontenceu
Mas uma resposta um anjo me deu:

Revelou-me que sem lutar
Um homem derrotado se torna.
Sem objetivos e sem sonhos:
Sua vida é vazia de glórias.

machadocultural@gmail.com

CANÇÕES DA TERRA

tarokid2003 @ 03:29

CANÇÕES DA TERRA
CANÇÕES DA TERRA

Chrystian Dozza Cunha nasceu em Machado em 1983. Aos treze anos ganhou do seu pai (Prof. Pedro Cunha) seu primeiro violão, aprendendo com ele os primeiros acordes. Anos depois passou a ter aulas na Casa da Cultura. Vendo seu desempenho, sua professora o aconselhou a procurar outro mestre, pois segundo ela, já não havia mais nada a ensiná-lo. Em Alfenas (MG) passou a ter aulas com o músico e jornalista Fredera. Aos 15 anos, Chrystian ganhou sua primeira guitarra. A partir daí passou a influenciar-se musicalmente pelo Rock ouvindo guitarristas como Slash (Guns´n`Roses) e Adrian Smith (Iron Maiden). Juntamente com os amigos Luciano e Wesley, formou o Seventh Steel, a primeira banda de metal melódico da cidade. Em 2001 Chrystian entrou na Faculdade Santa Marcelina de Música e Artes de São Paulo (capital). Durante uma aula, André (um estudante de Regência) o convidou para tocar na sua nova banda, o Jethro Tull Cover. A banda já se apresentou em Machado dividindo o palco com o Overture. Em 2007, Chrystian pretende fazer seu mestrado nos Estados Unidos e, posteriormente, abrir no Brasil uma escola de música... Graças ao apoio de alguns machadenses que acreditaram em seu talento, Chrystian lançou seu primeiro cd independente de música instrumental, o “Songs from the Land” (Canções da Terra). Podemos classificá-lo como “World Music” (Música Mundial). O termo foi criado pela crítica americana para designar os discos influenciados pela cultura mundial. Independente disso, “Songs from the Land”, remete-nos ao profundo oceano da alma: “Lachrymãe Pavan” do compositor renascentista John Dowland, que viveu na Inglaterra entre 1563 a 1626. “Elf´s Jig” (A Dança dos Elfos), contendo um pequeno trecho de um poema de William Shakespeare e ”Terra Mãe”, um instrumental que reacende as nossas origens com um dos mais populares ritmos brasileiros: o Baião... A capa foi elaborada pelas alunas Mariângela Ghizellini e Célia Nakabayashi. Contatos: (35) 3295-1706 ou chryscunha@yahoo.com.br

MATÉRIA DO FANZINE EPISÓDIO CULTURAL
machadocultural@gmail.com
Editor: Carlos Roberto de Souza

NAS ASAS DA ESPERANÇA (livro de Leal)

tarokid2003 @ 03:25

NAS ASAS DA ESPERANÇA & A UM PASSO DA FAMA

“Pego carona nas asas da esperança e renasço a cada minuto. Sempre com fome e sede de viver”. Assim começa o livro “Nas asas da esperança” de Robson Leal Pereira um humilde lavrador nascido no bairro Bom Jesus, em Machado (sul de Minas), em 1977. Tendo como fonte de inspiração uma frase, uma palavra e, principalmente a MPB (Música Popular Brasileira), Robson começa a escrever (dar vida) aos seus primeiros poemas. Após mostrá-los ao Prof. Clêuton Pereira Gonçalves e receber do mesmo palavras de encorajamento, Robson partiu em busca de um sonho: publicar o seu primeiro livro. Graças ao dinheiro do seu suor (na colheita do café), e de alguns patrocinadores machadenses, Robson finalmente pode realizar o seu sonho. No dia 20 de dezembro de 2006, na Biblioteca Municipal de Machado, ocorreu o lançamento do seu livro, organizado pela Prof.ª Carmem. Foi homenageado pelos professores Rosa Maria Ferreira e Clêuton P. Gonçalves. O cerimonial foi comando por Juliano Paes. Um dos momentos mais emocionantes foi a presença da Companhia de Reis do Jamil, da qual Robson faz parte representando o “Bastião”. Junto com Juliano Paes, Robson vem escrevendo, dirigindo e atuando no palco sagrado do teatro. Em 2003 atuou em “A aparição de N. S. de Aparecida”, uma peça realizada próxima ao Lago Artificial de Machado, durante o jubileu do Cônego Walter M. Pulcinelli. Em 2004, na cidade de Alfenas, eles apresentaram a peça “Calote em alto estilo”, contando as peripécias de um sujeito que se finge de morto para não pagar suas dívidas. O problema é que, inesperadamente, todas as pessoas as quais ele deve comparecem em seu velório... Em Machado, no mesmo ano, eles encenam a peça “A um passo da fama”, uma comédia sobre dois caipiras que querem ficar famosos na cidade grande. Tudo acontece em um ponto de ônibus, arrancando gargalhadas incontroláveis dos espectadores. A peça foi reapresentada em dezembro de 2006 no teatro do colégio Iracema Rodrigues (Machado-MG). No elenco estavam: Janaína Freire (hoje substituída por Cassiana Cordignole), Rafael do Lago, Prof. João Marcos (substituído por Douglas Soares), Juliano Paes, Robson Leal Pereira e sonoplastia de Ilzenir Serafini. Ainda este ano a peça será apresentada em Campestre-MG. Contatos: Robson (35) 9915-4880 e Juliano Paes (35) 9901-5005.

“Você é do tamanho do seu poema” (Prof. José Vilela)

“Se a poesia existe nos fatos, o fato de se fazer poesia já é poético”
(Prof.ª Olga Caixeta)

“Minha poesia é o luar. É a vontade de subir ao céu e derramar uma chuva de paz”
(Robson Leal Pereira)

matéria do fanzine Episódio Cultural
Carlos Roberto de Souza
machadocultural@gmail.com

O CAMINHO PARA UMA GRANDE ARTE

tarokid2003 @ 03:20

O CAMINHO PARA UMA GRANDE ARTEO caminho para uma grande Arte

“Simplicidade”, esta é a palavra que resume dignamente os trabalhos artesanais das irmãs Maria, Olivina e Esther de Paula. As três nasceram em Machado, no bairro da Serra Negra. São filhas do casal José Benedito de Paula e Maria Conceição Vicente de Paula. Maria aprendeu com a sobrinha a arte da tapeçaria. Desde então não parou mais de confeccionar seus belos tapetes, chegando a vendê-los para outras cidades como Americana (SP) e Sertanópolis (PR). Os preços variam entre R$ 5,00 à R$ 15,00 Reais. Esther tornou-se muito conhecida pelos seus deliciosos doces e iguarias, Ela também atende a encomendas. Já Olivina aprendeu a arte de desenhar em tecidos. Foi através de um programa de artesanato exibido diariamente pela Rede Mulher que o seu desejo adormecido de voltar a desenhar foi despertado. Olivina costuma dizer que trabalha livremente com a mente, por isso aproveita ao máximo o seu momento de inspiração ”Deixamos de assistir às novelas para aprender uma coisa que nos trouxesse cultura”, ela afirmou.

Contatos: Esther (35) 8425–9487.

matéria do fanzine Episódio Cultural
Carlos Roberto (editor)
machadocultural@gmail.com

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